Header

sábado, 27 de outubro de 2012

LG trolla pessoas em elevador para promover seus novos monitores

http://static.comunicadores.info/uploads/2012/10/lg-elevador.jpg

Para promover a qualidade da imagem dos seus novos monitores com tecnologia IPS, a LG resolveu criar uma experiência assustadora num elevador. O piso foi totalmente substituído pelas telas e um sistema de som completava o clima. Assim que a pessoa acionava o elevador, o chão começava a cair aos pedaços.



Fonte: Comunicadores

Nasce o BB Americas

Banco do Brasil inaugura filial nos Estados Unidos, mirando um mercado de 50 milhões de latino-americanos. 

Com uma população de 311 milhões de habitantes e um PIB estimado em US$ 15,1 trilhões – mais de cinco vezes o brasileiro –, os Estados Unidos são um objeto de desejo para qualquer empresa. Para o Banco do Brasil, a maior instituição financeira do País, não seria diferente. O BB, que já atua no mercado americano mediante filiais desde o fim da década de 1960, resolveu fazer a América de forma ambiciosa. No último dia 15, inaugurou o Banco do Brasil Americas, uma subsidiária integral nos Estados Unidos, com três agências na Flórida: Boca Ratón, Coral Gables e Pompano Beach. “Agora poderemos atuar no mercado americano de massa”, diz Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente do BB. 

http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_24528523143955605.jpg

Na mira, 1,2 milhão de brasileiros que moram nos Estados Unidos, 250 mil deles na Flórida, e, de quebra, 50 milhões de latino-americanos. A primeira incursão do BB ao norte do Rio Grande aconteceu em 1969, com a abertura de sua agência em Nova York, seguida pela de Miami, na Flórida, inaugurada dez anos depois. No entanto, a nova unidade representa uma mudança radical na maneira de trabalhar por lá. “Nossas agências eram subsidiárias de um banco brasileiro, mas o Banco do Brasil Americas é um banco americano”, diz o CEO Leandro Alves. Pode parecer um pormenor irrelevante, mas faz toda a diferença. Antes, a atuação estava restrita a clientes de alta renda. “Era preciso ter, no mínimo, US$ 250 mil para abrir uma conta, mas agora é possível ser cliente do Banco do Brasil Americas com pouco dinheiro”, diz o executivo. 
Com isso, o BB poderá usar sua experiência no varejo para atrair correntistas, brasileiros ou não, nos Estados Unidos. A atuação será reforçada por uma rede de 50 mil caixas automáticos espalhados pelo país. “O cliente que mora em outros Estados americanos poderá abrir contas de maneira virtual”, diz Alves. “Não será necessário vir fisicamente ao banco.” Mesmo assim, a rede deverá crescer. “Nosso objetivo é inaugurar 16 agências nos próximos cinco anos e ter 100 mil clientes até 2020”, diz Caffarelli. A iniciativa na Flórida servirá, também, para o banco testar algumas ferramentas comuns nos Estados Unidos, mas que ainda estão em estudo por aqui. Um bom exemplo são os depósitos de cheques. 

http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_24528769049798347.jpg

O cliente que receber um cheque não precisará comparecer à agência para depositá-lo: será possível fotografá-lo com o telefone celular e enviar a imagem pela internet, processo conhecido como trunking. No Brasil, o trunking já está sendo usado, mas sua aplicação restringe-se às agências bancárias muito distantes dos centros de compensação, para tornar mais ágeis os pagamentos. A estratégia está apoiada em uma vantagem comparativa que nenhuma outra instituição financeira americana possui, que é o conhecimento da freguesia. Para um banco americano, o brasileiro que se estabelece na Flórida, em Nova Jersey ou em Boston é um ilustre desconhecido. 
Para o BB, pode ser um cliente com histórico de crédito. Isso permitirá um conhecimento melhor na hora de conceder empréstimos, por exemplo. “Podemos usar o patrimônio do cliente no Brasil para avaliar seu perfil de risco”, diz Alves. Além de produtos tradicionais como contas-correntes, contas-poupança e cartões de crédito e de débito, ainda neste ano serão lançadas as primeiras hipotecas. O Banco do Brasil Americas alinha-se às demais iniciativas de internacionalização do BB, presente em 23 países, mas no varejo apenas no Japão e na Argentina. As próximas iniciativas terão como palco de operações a América Latina. “Estamos analisando bancos para comprar na Colômbia e no Peru”, diz Caffarelli.

http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/graficos/gr_24528829011796565.jpg

Enquanto isso...
A Pimco, maior gestora de renda fixa dos Estados Unidos, prepara seu desembarque no Brasil
Pacific Investment Management Company, ou, abreviadamente, Pimco. Não se surpreenda se você nunca ouviu falar dela. A maior gestora de fundos de renda fixa dos Estados Unidos administra US$ 1,4 trilhão – 50% mais que os US$ 950 bilhões geridos por todas as empresas do setor no Brasil – mas é pouco conhecida por aqui. No entanto, isso vai mudar no fim deste ano. A Pimco, fundada em 1971 pelo gestor Bill Gross, deverá inaugurar um escritório no Rio de Janeiro para disputar o mercado de renda fixa brasileiro, uma de suas especialidades. A Pimco já investe no Brasil há tempos.

http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_24528791722438008.jpg

O respeitado economista de origem egípcia Mohamed El-Erian, que divide com Gross a formulação das estratégias de investimento, chegou a ser um dos maiores credores do Brasil no início da década passada. Em 2002, no auge da preocupação dos banqueiros internacionais com a iminente eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência, os mercados estavam fugindo do Brasil em pânico. O dólar chegou a valer R$ 4, e os títulos da dívida externa chegaram a ser negociados por metade de seu valor de face. El-Erian fez, então, o que nenhum de seus concorrentes havia cogitado. “Embarquei em um avião e passei uma semana no Brasil conversando com economistas e com a cúpula do PT”, diria ele, anos depois.  
O resultado não se fez esperar. “No voo de volta para a Califórnia, abri meu laptop e comecei a fazer contas”, diz. “Quando estava sobrevoando o México, já havia me convencido de que o Brasil não ia quebrar nem dar calote, e que estava diante de uma oportunidade de ouro.” Mal desembarcou, El-Erian correu para o escritório para defender sua tese. “Tínhamos US$ 1 bilhão em papéis brasileiros, e dobramos nossa aposta, entre agosto e outubro de 2002.” Quando os preços se recuperaram, a Pimco contabilizou um lucro de 40%. Ainda em 2004, ele previa que o Brasil atingiria seu grau de investimento até 2009, o que se confirmaria oito meses antes, em abril de 2008.

http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_24528819771110086.jpg

A capacidade de antecipar esses movimentos consagrou El-Erian, que passou 15 anos no Fundo Monetário Internacional e, por dois anos, geriu os recursos da universidade Harvard, como um dos melhores administradores de fundos de países emergentes. O economista já havia chamado a atenção do mercado no início do ano 2000, ao vender todos os papéis argentinos que possuía, um ano antes da desvalorização do peso. Bola de cristal? Não, uma observação acurada da economia e o uso correto de ferramentas de análise. “Olhamos para a Argentina e vimos duas coisas das quais não gostamos”, diz. “A economia não tinha condições de crescer, e os argentinos estavam mandando seu dinheiro para fora do país.” 
Essa conjunção significava crise à frente, e a decisão foi tirar o dinheiro de lá o mais rapidamente possível. A Pimco não fornece detalhes de sua estratégia no Brasil, mas a expectativa do mercado é de que eles ofereçam produtos que permitam ao investidor apostar também em países vizinhos, aproveitando as oportunidades na América Latina. Um dos trunfos é o extenso conhecimento de mercados emergentes. Dos 85 grandes fundos abertos oferecidos pela companhia, dez são dedicados exclusivamente a esses investimentos. Um conjunto semelhante é dedicado a títulos de países desenvolvidos, além dos Estados Unidos.
 http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/graficos/gr_24528833550816096.jpg

Mais de 33% da população mundial está conectada a internet

 http://exame2.abrilm.com.br/assets/images/2012/9/67155/size_590_KTCorp.jpg?1347979363

Mais de um terço da população mundial está conectada à internet, indicou um relatório publicado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), uma agência das Nações Unidas.

“O desenvolvimento dos serviços de banda larga produziu um aumento de 11% do número de internautas no mundo no ano passado”, disse a UIT.

No início de 2012, havia 2.300 milhões de internautas no mundo, o que representa mais de um terço da população mundial.

A UIT explicou que o número de pessoas com acesso à internet de alta velocidade com dispositivos móveis é o dobro do que os que navegam com uma conexão de alta velocidade com fio.

O relatório revela também que cada vez mais pessoas em todo o mundo têm acesso à internet a partir de casa. Entre 2010 e 2011, a percentagem de famílias com acesso à internet aumentou 14%. No final de 2011, um terço (600 milhões) dos 1.800 milhões de domicílios do planeta tinham acesso ao mundo da internet.

A China responde por 23% de todos os internautas do mundo, enquanto a participação dos países em desenvolvimento no total de usuários subiu de 44% em 2006 para 62% em 2011.

A ITU prevê que até 2015 cerca de 40% dos lares nos países em desenvolvimento vão ter acesso à internet e explica que o surgimento dos smartphones e tablets será fundamental para que o número de usuários aumente significativamente.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Luxo com alça e rodinhas

Por que a marca americana de malas Tumi conquistou executivos e famosos, como Barack Obama, Brad Pitt e Tom Cruise. 

Se o personagem do ator George Clooney no filme “Amor Sem Escalas”, que retrata a rotina de um executivo especializado no enxugamento de pessoal, que passa a vida em viagens a bordo de aviões pelos EUA, com mais de dez milhões de milhas acumuladas na companhia aérea, fosse uma pessoa da vida real, ele provavelmente seria um cliente da grife americana Tumi, fabricante de malas e acessórios. A marca virou febre entre celebridades de Hollywood, como os atores Brad Pitt, Tom Cruise, Cameron Diaz e as gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen, além de poderosos como o presidente Barack Obama. Os números comprovam o sucesso da grife. Em 2011, o faturamento cresceu 30% sobre o ano anterior, batendo o recorde de US$ 330 milhões. 

http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_24460925253555663.jpg

Segundo Jerome Griffith, CEO da Tumi, os famosos que, espontaneamente, se tornaram garotos-propaganda da empresa foram responsáveis por parte da disparada nas vendas. “Apesar de os EUA ainda serem o nosso maior mercado, devemos muito do sucesso aos BRIC”, afirma. Embora as malas, que custam cerca de R$ 5 mil, sejam o carro-chefe da marca americana, Griffith gosta de descrevê-la como “uma grife de produtos para pessoas em trânsito”. Por isso, além das peças mais conhecidas, entram no portfólio todos os tipos de acessórios para viagem, como maletas, bolsas, carteiras, porta-eletrônicos, até tapa-olhos e caixas para lentes de contato. “A ideia é se posicionar como uma grife de lifestyle.” 
 
Ao que tudo indica, os negócios estão indo bem. Em sua primeira passagem pelo Brasil, o executivo afirmou à DINHEIRO que está muito otimista em relação à economia do País e com os negócios da marca. No mercado local, as operações são comandadas pelos empresários Camila e Giuliano Fernandes, representantes oficiais da Tumi. “Em alguns países, como o Brasil, com certas particularidades e burocracias, é mais seguro crescer com o apoio de parceiros locais”, diz Griffith, ex-executivo de grifes de vestuário como Gap e Esprit. Sem divulgar números, Fernandes afirma que a loja inaugurada em março no shopping Iguatemi, na avenida Faria Lima, em São Paulo, tem sido um sucesso de vendas, o que deve motivar a abertura de novas unidades. 

http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/graficos/gr_24460957340307149.jpg 
 
“Ainda não há nada definido, mas o cenário é bastante positivo”, afirma Fernandes. “Nosso plano inclui a abertura de lojas também em outras capitais, como Rio de Janeiro e Brasília.” Mundo afora, a Tumi tampouco tem do que reclamar. São quase 100 lojas e 1,6 mil pontos de venda em 70 países, um feito raro para uma marca com pouco mais de três décadas de história. Segundo Griffith, o segredo do negócio está na aliança entre tecnologia e design. Para ele, a Tumi sempre foi reconhecida pela funcionalidade e resistência de seus produtos – eles seriam até sete vezes mais resistentes do que os das outras marcas concorrentes. “Temos um mecanismo de rastreamento de bagagem único e muito eficaz, além de mais de 100 patentes inovadoras”, diz o executivo. 
 
Mas o que fez a diferença – e tem alavancado os números da Tumi – é o apreço pelo design. Para isso, a marca firmou parcerias com a italiana Ducati (ícone de luxo no mercado de motos) e com o designer israelense Dror Benshetrit, decisão que facilitou a vida de Griffith desde a sua entrada na marca, em 2009. De acordo com Luciane Robic, diretora do Ibmoda, a Tumi compreendeu bem o perfil do novo consumidor de marcas de alto padrão. “O Obama faz parte desse grupo”, afirma ela. “Um consumidor moderno que não liga somente para design ou tecnologia, mas, sim, para uma integração dos dois.” O próprio Griffith é outro bom exemplo do perfil que a Tumi tem conquistado. “Nas últimas semanas estive em Londres, Xangai, Hong Kong, Tóquio, Cannes, Marrocos”, diz. “Represento bem o consumidor da marca.”
 
http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/graficos/gr_24460962018007017.jpg
 
 Fonte: Istoé Dinheiro

Angry Birds Halloween!



Trick or tweet! The Angry Birds are getting into the Halloween spirit this year with all sorts of spooky surprises!

Angry Birds Seasons has an all new episode: Haunted Hogs! Check out 30 haunted house levels levels with never-before-seen ghost bricks!


And stay tuned for a new Halloween tournament in Angry Birds Friends! Six new levels and lots of tricks and treats -- watch out for the zombie pigs! But hurry, like all tournament episodes, it's for a limited time only. So tune in to Angry Birds Friends from Oct. 29 to Nov. 4 for the scariest levels yet!

http://www.rovio.com/UserFiles/thumbs/__thumb_-3-AB_Facebook_Halloween_teaser.png 

Still looking for a Halloween costume? Strike terror into the hearts of Pigtroopers with these great Angry Birds Star Wars costumes!

Have a happy #angrybirdshalloween!

Fonte: Rovio

Skol 360º e o anúncio acendedor de churrasqueira

 http://static.comunicadores.info/uploads/2012/10/skol-anuncio-acendedor.jpg

Os assinantes da revista Playboy vão se deparar esse mês com um “anúncio acendedor”, criado pela F/Nazca Saatchi & Saatchi para a Skol 360º. O anúncio foi veiculado na edição de outubro da revista (Leona Cavalli na capa) e ele foi desenvolvido com película de tecido e parafina, que traz impressas as instruções de uso: você lê o anúncio, amassa, põe fogo e acende o carvão da sua churrasqueira!

http://static.comunicadores.info/uploads/2012/10/anuncio-skol-acendedor2.jpg

http://static.comunicadores.info/uploads/2012/10/anuncio-skol-acendedor3.jpg 

http://static.comunicadores.info/uploads/2012/10/anuncio-skol-acendedor4.jpg 

http://static.comunicadores.info/uploads/2012/10/anuncio-skol-acendedor5.jpg

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

SP tem 62,7% dos domicílios nas classes baixa e média

 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhh8YeiV5HtI0yARWWWFwUTUBtmo-Owm_KMh1G5Uqz7_Rm9By6E5IAxDIqhtd29SDkZmzFcCPLPWZJq8X3OhJOCupEAN9gOulP_xoKKC2WRUs6nko_BtOb9V6C0JyPeEP00gIen0EoFtJZ4/s1600/Classe-C.jpg

A maioria dos domicílios paulistas (62,7%) vive com renda per capita de até R$ 914, pertencendo ao que a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) classificava como famílias de classes baixa e média na época do censo de 2010, que serviu como base de dados para a análise da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).

No ano do censo mais recente, a proporção de domicílios paulistas considerados pobres ou vulneráveis, usando a classificação proposta pela SAE - com renda inferior a R$ 261 - equivalia a 16,5% total. Em uma família de quatro pessoas, a renda total para este segmento é menor do que R$ 1.044. A classe média (renda entre R$ 261 e R$ 914) respondia por 49,2% do total.

Já a classe alta - com ganho mensal de R$ 914 per capita, pela classificação da SAE - responde por pouco mais de um terço dos domicílios paulistas (34,3%). Assim, 83,5% das residências no Estado são de classe média ou alta.

Desde 2010, a SAE já fez uma atualização nesta classificação de segmentos sociais. Atualmente, são considerados extremamente pobres os que possuem renda familiar per capita de até R$ 81. Os pobres são aqueles com renda per capita entre R$ 81 e R$ 162 e os vulneráveis tem renda familiar per capita entre R$ 162 e R$ 291. A classe média é dividida entre baixa classe média (renda familiar per capita entre R$ 291 e R$ 441), média classe média (de R$ 441 a R$ 641) e alta classe média (de R$ 641 a R$ 1.019). A classe alta é dividida entre baixa classe alta (de R$ 1.019 a R$ 2.480) e alta classe alta (acima de R$ 2.480).

Municípios - A maioria das cidades do Estado - 627 em números, um total de 97,2% - é majoritariamente de classe média. De acordo com o estudo, em média 59% dos domicílios dos municípios são classe média, com casos em que o segmento representa 70% do total das famílias em determinada cidade. A capital paulista tem média de domicílios de classe média inferior a 50%, pois parcela maior da população se encontra na categoria denominada como classe alta.

As cidades com maior quantidade de domicílios na classe alta do que na classe média, além de São Paulo, foram Águas de São Pedro, Campinas, Jundiaí, Paulínia, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Caetano do Sul, Valinhos e Vinhedo. Os sete municípios com predomínio de domicílios pobres, por sua vez, se concentram no sul do Estado, ao longo do Vale do Ribeira. A avaliação do Seade é de que os números apontam que a classe média está distribuída por todas as regiões do Estado.

"A pobreza, tal como definida pelo governo federal, constitui agora um fenômeno crescentemente concentrado em termos geográficos, manifesta-se em pequenos municípios mais isolados e nas periferias urbanas das grandes cidades." Em números absolutos, o número de domicílios pobres ou vulneráveis chega a 2,1 milhões no Estado, de acordo com o Seade.

Escolaridade - No caso dos domicílios de classe média, 60,2% dos adultos entre 24 e 59 anos concluíram o ensino fundamental. Entre a população dessa faixa etária de classe alta, o número sobe para 86%. A disparidade se repete entre os jovens de 18 a 29 anos. Enquanto 18% dos de classe média possuem menos de oito anos de estudo, na classe alta o número cai para 5,4%. Na mesma faixa etária, 29,8% dos jovens de classe alta possuem ensino superior completo contra menos de 5% na classe média.

Entre a classe média, 19,2% dos jovens de 18 a 29 anos estudam e 41,6% deste número frequentam instituições privadas de ensino. Na classe alta, mais de um terço dos jovens ainda estuda e 71,4% frequentam instituições particulares. Segundo a avaliação do Seade, os dados podem evidenciar que os serviços privados em áreas como saúde e educação "começam a competir de forma mais intensa com os serviços públicos, sobretudo nos estratos mais altos da classe média".

Demandas da classe média - O estudo divulgado nesta quarta-feira avalia que a população emergente tem novas necessidades relacionadas ao maior acesso a produtos, serviços e mecanismos de crédito. Neste cenário, serviços oferecidos por meio da internet e de telefone celular ganham importância. "Isso exige que o Estado aprofunde as estratégias de atendimento a distância." Além disso, o Seade aponta que é necessário traçar estratégias que auxiliem a população a poupar e consumir com responsabilidade.

"O Estado também precisa ficar atento à necessidade de proteção social dos estratos mais baixos da classe média devido ao risco de esses domicílios voltarem à situação de pobreza e vulnerabilidade", aponta o estudo. Dentre a população ocupada na classe média, 82,2% possuem carteira de trabalho assinada contra 21,3% que não possuem.

"Devem ser fomentadas ações que favoreçam a expansão das oportunidades para esse segmento populacional, como a educação continuada, a oferta de qualificação profissional para reduzir a rotatividade no trabalho (e o desemprego) e o desenvolvimento de mecanismos de crédito e assistência gerencial para autônomos e empreendedores."

Fonte: Istoé Dinheiro

Lollo: iniciativa exclusiva ultrapassa expectativa

Após inúmeros pedidos por parte de consumidores e uma avaliação criteriosa do mercado, Nestlé aproveita onda retrô e relança chocolate que já teve liderança

 http://exame3.abrilm.com.br/assets/images/2012/9/67070/size_590_lollo-nestle2.jpg?1347902545


Vinte anos após deixar as prateleiras dos supermercados e pequenos comércios, o consumidor brasileiro se surpreendeu com a volta do chocolate Lollo no último mês. Lançado em 1982 no país, o doce foi extinto 10 anos depois devido a um alinhamento global com a matriz da Nestlé na Suíça.

Dessa vez, a estratégia foi independente: após inúmeros pedidos nostálgicos, o grupo monitorou assuntos sobre a marca nas redes sociais, estudou por um ano a possibilidade de se inserir novamente no mercado e relançou o produto exclusivamente no Brasil.

Boa parte da volta do Lollo se deve à maturidade da economia brasileira e, em conjunto, ao amadurecimento do consumidor. Na época da extinção da marca, por exemplo, o brasileiro comprava um quilo de chocolates ao ano.

Hoje a média é de 2,5 quilos. Ainda do ponto de vista econômico, a ascensão de uma nova classe média possibilitou que milhões de pessoas, antes com acesso restrito a itens até então considerados supérfluos, começassem a incluí-los em suas listas do mês.

Com o boom de consumidores e um mercado atraente, o Brasil se tornou essencial para multinacionais se fixarem cada vez mais por aqui. “Hoje o país tem um universo completamente diferente. Existem marcas locais, globais, formatos variados e mercados com distribuição enormes do ponto de vista do consumidor. É uma mudança da água para o vinho e não só do ponto de vista de chocolate. O país tem um mercado crescente e com muitas oportunidades, apesar de complexo”, avalia Marco Nonis, diretor da unidade de chocolates da Nestlé Brasil.

Outro fator determinante para uma volta acertada é que o substituto do Lollo, o Milkybar, não teve o resultado esperado pela empresa. Se o primeiro era líder de vendas na categoria snicker, o então recém-lançado Milkybar não teve força suficiente para se manter na posição. Atualmente, o único lugar em que o consumidor encontra o Milkybar é no formato miniatura, dentro da caixa Especialidades. Com a reposição de estoques, no entanto, as marcas passarão por substituição gradual.


O retrô na moda

Não bastou mudar de nome e pesquisar o mercado brasileiro para que o Lollo voltasse. Para a Nestlé levar adiante a iniciativa, foi preciso resgatar a fórmula original do chocolate. Na década de 1990, um dos requisitos para o alinhamento global da organização passou também pela mudança nos ingredientes. Ao contrário do que uma parte dos consumidores acredita, o Milkybar não tem o mesmo sabor do Lollo, que possui uma fórmula mais macia.

Entre as adaptações, o processo fabril foi fundamental para a Nestlé alcançar seus objetivos. “A tecnologia de manufatura do chocolate mudou muito ao longo desses 20 anos. Hoje ela nos proporciona outras inovações, mas no caso de Lollo era um resgate. O projeto só iria em frente se conseguíssemos a mesma receita. Se não, não teria razão de ser”, explica Marco Nonis.

Com a mesma fórmula, identidade visual – a vaquinha com flores na boca - e slogan “O chocolate fofinho da Nestlé”, a volta do Lollo se insere em uma onda retrô que diversas marcas têm aproveitado. Entre elas, destaque para a Brastemp e sua linha eletrodomésticos com ares do passado; a Ray Ban, que comemora 75 anos em 2012 e viu renascer armações como a wayfarer e a aviador; e o Instagram e seus filtros com efeitos que simulam o analógico.

Na área de chocolates, a volta do Kit Kat, também da Nestlé, que saiu do mercado brasileiro em 1994 e voltou no ano passado é um exemplo. “O que queremos é entregar ao consumidor o mesmo chocolate de sua infância e que ele fale ao comer ‘que ótimo é o Lollo’”, completa o diretor da unidade de chocolates da Nestlé Brasil.


Novos consumidores

Apesar do apelo afetivo que remete ao passado de diversos consumidores, a Nestlé também pretende conquistar novos públicos com o Lollo. Nesse ponto, a companhia tem uma “ajuda” essencial dos saudosistas, que se tornam embaixadores da marca e apresentam o chocolate aos filhos e amigos mais novos. “Temos visto de uma forma bem interessante como o chocolate tem sido recebido por aqueles que o desconheciam”, afirma Nonis.

Sem revelar estratégias em longo prazo, a multinacional informa que na divulgação do produto em mídias tradicionais e digitais, com diferenciais na linguagem. “Vamos continuar sendo coerentes, tendo proximidade com nossos consumidores por meio de plataformas de mídia sociais, por exemplo. É lógico que a ambição é diferente que temos com outros produtos mais massificados. No caso do Lollo, a linguagem é para um público mais maduro, com pessoas de 30 anos para cima. Mas temo um mês de mercado e ainda vamos precisar avaliar”, explica o executivo.

Líder no segmento de chocolates em barra recheados, com participação de mercado de mais de 70% em volume e top of mind na categoria de chocolates há 14 anos consecutivos, segundo dados da Nielsen/Retail Index de 2011, a Nestlé não revela o investimento para a volta do Lollo.

No entanto, a companhia espera que o chocolate volte a ser o líder, como no passado. “Posso dizer que nossas expectativas foram superadas, inclusive de vendas e distribuição. Já fizemos uma primeira revisão de volume para poder suprir o mercado brasileiro. A categoria está muito forte e acredito que teremos uma participação muito expressiva. O que fica de lição é a paixão do brasileiro por chocolate, além dessa tradução de que temos que perseguir nossos objetivos”, pontua Marco Nonis.
Fonte: Portal de Branding

Paper bird sculptures by Diana Beltran Herrera

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera01.jpg

Colombian artist Diana Beltran Herrera has added to her ongoing paper bird sculptures - a series of vibrantly colored feathered friends carefully modeled by hand. formally trained in industrial design, Herrera slowly broadened her growing collection of imaginary and actual species of birds until it became a full-time project.

Herrera discusses the importance of movement in her artwork:

'This series of works comes out on my experience with nature and the discovery process I have had in relation with the world in its real form. Through the work I analyze the movement in the relation to object-space. 

The birds provide me with a quantity of information manifested in their activities and dynamism. this new space is externalized by my point of view on some major events of the birds and their environment, in which behaviors are represented, forms, qualities and intentions - all related with movement
.'

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera02.jpg

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera13.jpg 

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera12.jpg

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera03.jpg 

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera04.jpg

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera05.jpg 

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera06v2.jpg

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera09.jpg 

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera10v2.jpg

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera11.jpg 

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera08.jpg

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/diana_herrera/herrera07.jpg 

Fonte: Design Boom

Dinheiro e Tecnologia

Os 10 mandamentos de Steve Jobs

Perfeccionista, arrogante, inovador: foram muitos e, frequentemente, contraditórios os adjetivos usados para qualificar Steve Jobs.


Netshoes bilionária
 
A Netshoes rompeu a barreira do R$ 1 bilhão em valor de mercado. A varejista online brasileira de calçados e itens esportivos anunciou, em junho, um aporte de R$ 135 milhões da Temasek Holding, um fundo soberano de Cingapura. Embora a participação adquirida tenha sido mantida em sigilo, DINHEIRO apurou que a Temasek ficou com 10,86% da Netshoes, o que elevou a avaliação da empresa para R$ 1,243 bilhão. Qual será a próxima empresa de internet nacional a superar tal marca? Atualmente, Hotel Urbano, Dafiti e Peixe Urbano estão entre as start-ups nacionais avaliadas em mais de R$ 500 milhões.
 
 http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/graficos/gr_23853866166119822.jpg
 
iPad mini está chegando
 
A Apple deve apresentar  a aguardada versão reduzida do iPad. O míni tablet deve ter uma tela de 7,85 polegadas e irá concorrer com modelos lançados por Google, Amazon e Barnes&Noble. De acordo com o diário nova-iorquino The Wall Street Journal, a Apple já teria encomendado dez milhões de unidades do aparelho aos seus fornecedores para as vendas de fim de ano. A Apple, como de costume, mantém o mistério e não confirma nem desmente o boato.
 
 
 
 
Brasil no jogo
 
O negócio de games eletrônicos no País não para de crescer e deve faturar R$ 4 bilhões por ano até 2016 e se tornar um dos maiores mercados desse setor no mundo. No ano passado, por aqui, foram movimentados pouco mais de R$ 840 milhões. Os dados são da consultoria inglesa Pricewaterhouse-Coopers. De acordo com o Ibope, atualmente, cerca de 45 milhões de brasileiros são jogadores assíduos ou eventuais de videogame.
 
 
 
 
Prateleira
 
Razr i, da Motorola o primeiro smartphone com processador Intel lançado no Brasil tem tela de 4,3 polegadas, câmera de 8 MP, sistema operacional Android e memória de 8GB. Por R$ 1.299
 
 http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_23853811972676824.jpg
 
ZocDoc na América Latina
 
A empresa americana de agendamentos de consultas médicas online, ZocDoc, avaliada em US$ 800 milhões, deve aterrissar no Brasil no início do próximo ano. Com um time de investidores de peso, como Jeff Bezos, CEO da Amazon, e Peter Thiel, fundador do PayPal, a ZocDoc desenha atualmente sua estratégia para a América Latina e Europa. O projeto está a cargo do médico alemão Florian Otto, sócio-fundador e ex-CEO do Groupon no Brasil, que atualmente vive em Nova York, sede da companhia.
 
 http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_23853824563106065.jpg
 
 
Resposta instantânea

Elaine Guetter, vice-presidente da Positivo Informática, fala sobre o uso da tecnologia na educação.
 
O que o aluno ganha quando dispõe de aparelhos como tablets em sala de aula?
A tecnologia potencializa o ensino, pois propicia diferentes tipos de aprendizado. Um aparelho pode ajudá-lo a ouvir, ler, assistir a um vídeo ou tocar na tela touchscreen. Cada criança tem facilidade para absorver um conteúdo de uma forma. 

http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_23853838906874367.jpg
 
Os alunos e professores aprendem rapidamente a substituir o papel por uma tela?
Em nossas observações e pesquisas, percebemos que para as crianças a tecnologia é natural. É tudo muito intuitivo. Hoje em dia, os dispositivos são programados para estimular a aprendizagem. Tecnologia não é um fim, mas um meio pedagógico. Os professores são mais difíceis de mudar, mas devagarzinho eles aprendem. 
 
Muitos críticos reclamam que a tecnologia não é lúdica.
As plataformas são abertas, podem ser adaptadas pelos alunos e professores. Atualmente, a tecnologia tem de ser entendida como uma ferramenta. Há 15 anos, as escolas investiam em laboratórios de computação que ficavam trancados. É como tentar aprender com um livro fechado. Hoje, as crianças cobram das escolas. Elas têm tecnologia em casa e querem aprender com elas.
 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Designer cria teclado natural com madeira e musgo

Equipamento conceitual foi elaborado a partir de um modelo de teclado sem fio da Apple

http://6.mshcdn.com/wp-content/uploads/2012/10/natural-keyboard.jpg

O designer Robbie Tilton propõe fundir natureza e tecnologia em seu teclado conceitual “Natural Keyboard”, criado a partir de materiais orgânicos.

Segundo o site Mashable, a criação foi feita em cima de um modelo de teclado sem fio da Apple, mas usa um compensado de madeira coberto com uma camada de musgo entre as teclas.

A criação foi feita para um trabalho com cortador a laser, conforme explicou em seu blog (em inglês, acessível pelo atalho tinyurl.com/98cqe97), onde mostra imagens da criação e detalha um pouco mais do processo.


Fonte: Geek

4 mitos sobre o cérebro na publicidade

A dificuldade de saber exatamente o que funciona nos anúncios publicitários dá espaço à disseminação de mitos, que embora aceitos e aplicados pelos profissionais de propaganda mais experientes, não se justificam diante das pesquisas em neuromarketing

 http://www.consumerinstinct.com/wp-content/uploads/2012/06/fear.jpg

Apesar dos recursos técnicos e estratégicos cada vez mais presentes na publicidade, ainda é difícil mensurar os resultados de uma campanha. Seu sucesso reside em fatores bastante subjetivos como a retenção da marca e o seu posicionamento, a argumentação e até mesmo o efeito nas vendas, que apesar do caráter objetivo, tende a resultar de uma composição de vários fatores e não somente daquela última propaganda veiculada.

A dificuldade de saber exatamente o que funciona nos anúncios dá espaço à disseminação de mitos, que embora aceitos e aplicados pelos profissionais de propaganda mais experientes, não se justificam diante das pesquisas em neuromarketing, responsáveis por avaliar o comportamento do cérebro – e por consequência, das pessoas – diante das campanhas publicitárias.

Mito 1) Sexo vende

É verdade que as imagens sensuais atraem a atenção das pessoas, graças a uma região do cérebro chamada de amídalas (não, não são aquelas da garganta). Talvez por isso ainda perdure o mito de que "as propagandas com conteúdo sexual são as mais eficientes". Na prática, essa atenção é direcionada ao componente erótico da imagem, deixando de lado aspectos mais importantes como o produto em si ou a sua marca, reduzindo em cerca de 50% o índice de retenção do público consumidor. Ou seja, é mais fácil lembrar-se do produto anunciado em propagandas livres de conteúdo sexual.

Mito 2) Fazer merchandise em programas de TV é sempre um bom negócio

A oportunidade de apresentar um produto em meio à rotina de um programa de televisão parece ser uma aposta certeira, afinal, os telespectadores já estariam naturalmente interessados pelo conteúdo, bastando que a marca aparecesse para ser lembrada. Na prática não é tão simples assim. Apesar dos milhões investidos nesse tipo de propaganda, ela tende gerar uma lembrança muito pequena em seu público consumidor, que por vezes chega até mesmo a confundir com marcas concorrentes, quando questionado.

Para que a ação de merchandise seja bem sucedida é necessário que haja um envolvimento emocional constante entre a marca e a narrativa do programa, caso contrário, ela se torna um mero barulho, facilmente esquecido.

Mito 3) Imagens trágicas desestimulam comportamentos

Combater o tabagismo é uma obrigação política na maioria dos países. Faz sentido, já que essa é a terceira maior causa de mortes evitáveis no mundo. O problema é a estratégia. Vamos pegar o caso das figuras tenebrosas estampadas nas embalagens de cigarro. Ao questionar um fumante sobre a sua vontade de fumar depois de ver essas imagens, ele deverá se declarar menos motivado, afinal, essa parece ser a resposta certa. No entanto, as fotos estimulam uma região do cérebro que lida ao mesmo tempo com a estimativa de riscos e a construção de desejos: o chamado núcleo accumbens, quando exposto a tal circunstância, tende a estimular a vontade de fumar, ao invés de inibir.

Mito 4) Estatísticas são os melhores argumentos

Você já percebeu como o sofrimento de uma única pessoa pode ser mais comovente do que o massacre de centenas delas? A aparente incoerência não é culpa da mídia, mas sim da forma como o cérebro adquire as informações. O primeiro caso gera imagens e sentimentos, o segundo apresenta estatísticas. Prevalece aquele que consegue ser mais facilmente visualizado, dando pontos ao caso da "garotinha desaparecida em meio aos escombros" em detrimento aos "mais de 300 civis mortos no ataque". A publicidade que se apoia sobre números ou dados técnicos tende a ser sempre mais frágil do que aquela capaz de transmitir emoções, contrariando o mito de que conceitos objetivos (apolíneos) são os mais eficientes.

Fonte: Administradores

Zynga deve levar jogos digitais para o mundo físico

Parceria com a Hasbro inclui o lançamento dos jogos Words With Friends e Draw Something em versões de tabuleiro.


 http://tecmundo.com.br/imagens/2012/10/materias/470386244221126.jpg

A Zynga já havia anunciado que tinha a intenção de levar elementos dos seus jogos virtuais para o mundo físico, mas, desde o anúncio no início do ano, poucas novidades haviam sido reveladas sobre o assunto. Entretanto, parece que agora é para valer e os dois primeiros jogos a ganhar versões de tabuleiro são Words With Friends e Draw Something.

Curiosamente, Words With Friends nasceu nos tabuleiros, sendo mais conhecido como Scrabble. A “releitura” digital criada pela Zynga se tornou um dos maiores sucessos da empresa e agora deve retornar novamente para o mundo físico, em parceria com a Hasbro.

Já o game Draw Something conta uma versão com papel e caneta — uma espécie de kit de desenho para você se divertir com os seus amigos. Ambos os brinquedos já estão disponíveis no site oficial da Hasbro e também na Amazon. Words With Friends custa US$ 40 (o equivalente a R$ 80) e Draw Something custa US$ 20 (o equivalente a R$ 40). Outros games que também ganharam adaptações foram Cityville e Farmville.

Fonte: TecMundo

14 das 50 cidades mais violentas do mundo estão no Brasil

Todas as cidades brasileiras são capitais. Rio de Janeiro e São Paulo não aparecem no ranking

http://www.tvimagemnet.com.br/wp-content/themes/tvimagemnet2/thumb.php?src=http://www.tvimagemnet.com.br/wp-content/uploads/2012/01/violencia-infantil.jpg&h=300&w=598&zc=1&q=80

Um estudo organizado pela instituição mexicana Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal apontou dados alarmantes no quesito violência. Segundo o estudo, 14 das 50 cidades mais violentas do mundo estão localizadas no Brasil. Ao todo, 40 das 50 cidades são da América Latina.

O estudo considerou a taxa de homicídio per capita no ano de 2011, calculada a cada 100 mil habitantes. Além disso, entraram no ranking apenas cidades com, pelo menos, 300 mil habitantes.
Entre as brasileiras, a cidade de Maceió foi considerada a 3ª mais violenta do mundo. A taxa de homicídios na capital de Alagoas é de taxa de 135 homicídios por 100 mil habitantes.

A segunda cidade brasileira e 10ª no ranking geral foi Belém. Ela atingiu 78 homicídios por 100 mil habitantes. A cidade de Vitória ficou na 17ª posição geral e terceira brasileira. Os dados coletados apontam que na capital de Espírito Santo aconteceram 67 assassinatos a cada 100 mil habitantes em 2011.

Salvador (22ª), Manaus (26ª), São Luis (27ª), João Pessoa (29ª), Cuiabá (31ª), Recife (32ª), Macapá (36ª), Fortaleza (37ª), Curitiba (39ª), Goiânia (40ª) e Belo Horizonte (45ª), respectivamente, completam a lista das cidades brasileras.

O ranking também mostrou que até a 20ª posição só aparecem cidades da América Latina. No ranking total, entre as 50 cidades, a região fica com 40. A primeira cidade fora da América Latina que aparece no ranking é Nova Orleans, nos Estados Unidos, na 21ª posição.

Números

A uma taxa de 159 homicídios por 100 mil habitantes, a cidade hondurenha de San Pedro Sula foi considerada a cidade mais violenta do mundo em 2011. Depois de três anos consecutivos de ocupar a primeira posição, na cidade mexicana de Juarez mudou-se para o segundo lugar no ranking com uma taxa de homicídios por 148.

De acordo com os organizadores do estudo, os números podem ser ainda maiores. "O comportamento de diversas autoridades governamentais não inspira confiança nos números oficiais, já que há evidências de falsificação ou 'raspada' para fingir que a magnitude da violência é menor do que real", relata o relatório.

Confira o estudo completo.


Posição

Cidade

País

Homicidios

Habitantes

Taxa

1 San Pedro Sula Honduras 1,143 719,447 158.87
2 Juárez México 1,974 1,335,890 147.77
3 Maceió Brasil 1,564 1,156,278 135.26
4 Acapulco México 1,029 804,412 127.92
5 Distrito Central Honduras 1,123 1,126,534 99.69
6 Caracas Venezuela 3,164 3,205,463 98.71
7 Torreón (metropolitana) México 990 1,128,152 87.75
8 Chihuahua México 690 831,693 82.96
9 Durango México 474 593,389 79.88
10 Belém Brasil 1,639 2,100,319 78.04
11 Cali Colômbia 1,720 2,207,994 77.90
12 Guatemala Guatemala 2,248 3,014,060 74.58
13 Culiacán México 649 871,620 74.46
14 Medellín Colômbia 1,624 2,309,446 70.32
15 Mazatlán México 307 445,343 68.94
16 Tepic (área metropolitana) México 299 439,362 68.05
17 Vitoria Brasil 1,143 1,685,384 67.82
18 Veracruz México 418 697,414 59.94
19 Ciudad Guayana Venezuela 554 940,477 58.91
20 San Salvador El Salvador 1,343 2,290,790 58.63
21 New Orleans Estados Unidos 199 343,829 57.88
22 Salvador (e RMS) Brasil 2,037 3,574,804 56.98
23 Cúcuta Colômbia 335 597,385 56.08
24 Barquisimeto Venezuela 621 1,120,718 55.41
25 San Juan Porto Rico 225 427,789 52.60
26 Manaus Brasil 1,079 2,106,866 51.21
27 São Luís Brasil 516 1,014,837 50.85
28 Nuevo Laredo México 191 389,674 49.02
29 João Pessoa Brasil 583 1,198,675 48.64
30 Detroit Estados Unidos 346 713,777 48.47
31 Cuiabá Brasil 403 834,060 48.32
32 Recife Brasil 1,793 3,717,640 48.23
33 Kingston (metropolitana) Jamaica 550 1,169,808 47.02
34 Cape Town África do Sul  1,614 3,497,097 46.15
35 Pereira Colômbia 177 383,623 46.14
36 Macapá Brasil 225 499,116 45.08
37 Fortaleza Brasil 1,514 3,529,138 42.90
38 Monterrey (área metropolitana) México 1,680 4,160,339 40.38
39 Curitiba Brasil 720 1,890,272 38.09
40 Goiânia Brasil 484 1,302,001 37.17
41 Nelson Mandela Bay Metropolitan Municipality (Port Elizabeth) África do Sul  381 1,050,930 36.25
42 Barranquilla Colômbia 424 1,182,493 35.86
43 ST. Louis Estados Unidos 113 319,294 35.39
44 Mosul Iraque 636 1,800,000 35.33
45 Belo Horizonte Brasil 1,680 4,883,721 34.40
46 Panamá Panamá 543 1,713,070 31.70
47 Cuernavaca (zona metropolitana) México 198 630,174 31.42
48 Baltimore Estados Unidos 195 620,961 31.40
49 Durban África do Sul 1,059 3,468,087 30.54
50 City of Johannesburg África do Sul 1,186 3,888,180 30.50



Fonte: Administradores

Anvisa constata alto teor de sódio em alimentos e faz campanha para alertar a sociedade

http://www.fortenanoticia.com.br/wp-content/uploads/2012/10/macarrao.jpg

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) firmou acordo com associações de supermercados de alguns estados para alertar a sociedade sobre o consumo de sódio. Um estudo realizado pela Agência mostrou que um lanchinho rápido, como um pacotinho de 100g de biscoito polvilho, tem, em média, mais da metade de toda a quantidade de sódio que uma pessoa deve consumir durante todo o dia. A Agência Avaliou 500 amostras de 26 categorias de alimentos.

Nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Pará e Espírito Santo os clientes de supermercados serão alertados sobre os riscos do consumo excessivo de sal para a saúde por meio de folderes, banners, cartazes e spots para rádios. Esse movimento é resultado do acordo de cooperação da Agência com as associações de supermercados desses estados para o lançamento de uma campanha de conscientização em relação à redução do uso desse nutriente.  Esse trabalho reforça as estratégias para a redução do consumo de sódio pela população brasileira e se alia ao compromisso assinado entre o Ministério da Saúde e as indústrias de alimentação para a redução gradual da quantidade de sódio nos alimentos processados.

Estimativas demonstram que a população brasileira consome em média 12 gramas de sal por dia, mais do que o dobro recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de até 5 gramas diárias.

Cabe esclarecer que sal não é  sinônimo de sódio, cerca de 40% da composição do sal é sódio. Mas, segundo pesquisa realizada na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, publicada em março de 2009, na “Revista de Saúde Pública”, o consumo de sódio pela população brasileira está duas vezes e meia acima do limite preconizado pela OMS. Os pesquisadores apontam que a quantidade diária de sódio disponível para consumo é de 4,5 g ou 4. 500mg, por pessoa, sendo que a ingestão máxima recomendada pela OMS é de 2 g ou 2.000 mg.

O sódio é considerado um nutriente de preocupação de saúde pública que está diretamente relacionado ao desenvolvimento das Doenças Crônicas não Transmissíveis: hipertensão, doenças cardiovasculares e doenças renais. Assim, segundo especialistas,  conter o consumo de sal garante uma proteção 25% maior ao peito. O alto teor de sódio na circulação dificulta  a passagem do sangue, sobrecarregando do músculo cardíaco.

A principal fonte de sódio é proveniente dos alimentos industrializados, do tempero adicionado à comida, que inclui o sal de cozinha propriamente dito, e condimentos feitos à base de sal. Esses itens correspondem a 76% de todo o sódio consumido. O grande problema é que as pessoas que não têm  o hábito de ler os rótulos dos alimentos, muitas vezes, nem desconfiam da quantidade absurda de sódio que está consumindo em um lanchinho “inocente”.

Com o objetivo de alertar a população, a Anvisa analisou a quantidade de sal em quase 500 amostras de 26 categorias de alimentos, coletados pelas vigilâncias sanitárias estaduais, nos anos de 2010 e 2011, no mercado varejista. Nos seguintes estados: Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

As análises de monitoramento de sódio foram realizadas pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). Já as análises fiscais pelos Laboratórios de Saúde Pública dos Estados do Ceará e de Minas Gerais e pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) em São Paulo.

O resultado chama a atenção. Um pacote de biscoito de polvilho de 100 gramas  possui, em média, mais da metade de toda a quantidade de sódio que uma pessoa deve consumir durante todo o dia (1.092 mg), aponta o estudo. O macarrão instantâneo (com o tempero pronto que acompanha esses alimentos) tem, em média, quase o total de teor de sódio que deve ser consumido diariamente, conforme orientação da OMS.

Entretanto, esse estudo mostrou que há uma variação na quantidade de sódio entre as diversas marcas do mesmo produto,  o que reforça a necessidade dos consumidores observarem os rótulos e, principalmente, a tabela nutricional dos alimentos industrializados de diferentes marcas para fazer escolhas mais saudáveis .

Confira a diferença do teor de sódio entre os alimentos analisados em mg/100g
Alimentos Média Maior valor Menor valor Diferença
queijo parmesão ralado 1981 2976 1100 2,7
macarrão instantâneo 1798 2160 1435 1.5
queijo parmesão 1402 3052 223 13,7
mortadela 1303 1480 1063 1,4
mortadela de frango 1232 1520 943 1,6
maionese 1096 1504 683 2.2
biscoito de polvilho 1092 1398 427 3,3
bebida láctea 92,7 114,7 73 1.6
salgadinho de Milho 779 1395 395 3,5
biscoito água e sal 741 1272 572 2.2
biscoito cream cracker 735 1130 437 2.6
hamburguer bovino 701 1120 134 8,4
batata frita ondulada 624 832 447 1,9
pão de queijo congelado 582 782 367 2,1
queijo muçarela 577 1068 309 3.5
queijo prato 571 986 326 3.0
pão de queijo 558 830 105 7,9
queijo minas padrão 546 673 290 2,3
queijo minas frescal 505 1819 126 14,4
batata palha 472 719 250 2,9
biscoito de amido de milho 369 477 240 2.0
biscoito recheado 288 650 130 5.0
ricota fresca 191 432 41 10.5
farinha láctea 106 170 20 8,5
queijo petit suisse 45 62 38 1,6
refrigerante de guaraná de baixa caloria 12 17 7 2,4
 Confira aqui a íntegra do estudo da Anvisa.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Street art by Nomerz transforms derelict structures

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/nomerz/nomerz01.jpg

Russian street artist Nikita Nomerz transforms abandoned structures in various cities including his home town of nizhniy novgorod by re-purposing their features into distinctive characters through graffiti. 

Nomerz continues the project by traveling and transforming urban debris, tree trunks and dilapidated buildings into peculiar illustrations full of personality and quirk. converting chasms into mouths and crumbling brick craters into eyes, the artist re-interprets what was once abandoned and uncared for into spirited characters peppered around town.

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/nomerz/nomerz02.jpg
http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/nomerz/nomerz03.jpg
http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/nomerz/nomerz04.jpg

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/nomerz/nomerz05.jpg

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/nomerz/nomerz06.jpg

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/nomerz/nomerz08.jpg 

http://www.designboom.com/weblog/images/images_2/lara/818_images/nomerz/nomerz10.jpg

   

Fonte:  Design Boom