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terça-feira, 15 de junho de 2010

Red Force chega ao Sudeste e quer fatia maior do mercado de pilhas

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A marca, que é importada da China, acaba de chegar ao Sudeste do País. Até então, estava presente apenas no Nordeste. Segundo Renato Maudonnet, diretor da companhia no Brasil, a Red Force vai começar a sua atuação no Sudeste pelas cidades próximas às capitais. “Vamos sempre optar pelo interior. Estamos alocados em Campinas, que vai ser um dos test drives. Depois, vamos para o interior do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, no segundo semestre deste ano”, afirma.

A meta da Red Force é conquistar entre 3% e 5% de market share, num mercado que, de dezembro de 2009 a março de 2010, cresceu 7,9% sobre o mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da Nielsen. Estima-se que este ano o setor irá movimentar R$ 1 bilhão no Brasil, o que representa um aumento de 13% em relação a 2009. Cerca de 60% do consumo é de pilhas alcalinas e 40% de comuns.

A marca vai apostar em dois fatores: durabilidade e preço. Segundo Maudonnet, o Laboratório Labelo da PUC/RS, que é reconhecido pelo Inmetro, apontou uma superioridade de 6% sobre a durabilidade da Panasonic e uma duração apenas 3% menor do que a Duracell. Procurada pela equipe do Brasil Econômico, a Panasonic não se manifestou sobre o assunto. “Além disso, as pilhas Red Force são até 40% mais baratas que as das líderes de mercado”, garante Maudonnet.

O faturamento esperado para 2010 é de R$ 2,5 milhões, já levando em consideração a entrada no Sudeste. Isso representa um aumento de 40% na importação do produto, que vem da China. “O nosso estoque também aumentou. Contratamos a vinda de 2,5 milhões de pilhas para este ano.” Para 2011, os planos são elevar o faturamento em 25% e trazer 700 mil pilhas a mais.

Fonte: Brasil Econômico

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