Header

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Arma de Choque Disfarçada de Celular

http://digitaldrops.com.br/drops/wp-content/uploads/2011/05/K95-Cell-Phone-Style-High-Power-Self-Defense-Stun-Gun.jpg

Parece um celular comum, mas é na verdade uma arma de choque de alta voltagem.

O K95 Cell Phone Style High Power Self-Defense Stun Gun tem um gerador de alta voltagem com saída de 1.600.000V, lanterna super LED integrada, bateria Nickel-cadmium com recarga em 8 horas.

O K95 cell phone taser custa US$13,60 na FocalPrice.

Fpnte: Digital Drops

Celular: salvação para a indústria fonográfica?

A indústria fonográfica ainda não encontrou uma solução definitiva para superar o fim da era do CD, mas já tem um aliado poderoso nessa luta: o celular

Uma das áreas mais afetadas pelo surgimento da internet, a indústria fonográfica tenta há mais de uma década encontrar uma maneira de evitar o seu colapso. Os sites de compartilhamento de músicas decretaram o fim do CD e obrigaram as gravadoras a promover uma reinvenção no modelo de negócios, sem muito êxito até aqui, por sinal.

Pois agora um aparelhinho típico da era digital pode significar a tão esperada luz no fim do túnel para o setor, especialmente no Brasil. O smartphone, como é conhecido o celular inteligente, já está sendo visto como o canal de comercialização de canções com o maior potencial de crescimento. Os dados mais recentes mostram que eles proporcionaram às gravadoras cerca de R$ 25 milhões de faturamento em 2009, o que representa pouco menos da metade das vendas obtidas com o formato digital no País.


http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_1622230039052854.jpg

Também são responsáveis diretos por estancar a derrocada do mercado fonográfico nacional, que em 2009 cresceu apenas 1%. Embora o setor tenha se mostrado estável, a comercialização de downloads subiu 26% no período. Ainda não há estimativas oficiais para 2011, mas a expectativa é de que o celular corresponda a até 80% dos downloads musicais no Brasil ao final deste ano.

O fortalecimento desse canal é um importante aliado para elevar as cifras geradas pelo formato digital, segmento que movimentou US$ 4,6 bilhões no mundo no ano passado e, em 2011, deve ultrapassar as vendas de CDs nos Estados Unidos. Mas ainda há muitos problemas pela frente. Isso porque os negócios virtuais ainda não têm volume suficiente para compensar as perdas causadas pelo declínio dos CDs. No ano passado, por exemplo, o mercado fonográfico americano caiu 6,8%. A importância do smartphone é maior no Brasil, o que se explica pelo perfil do usuário.

http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/imagens/mi_1622286322165620.jpg

Um estudo realizado pela TNS mostra que no País a propensão de um consumidor por baixar no seu telefone algum aplicativo musical é mais de duas vezes superior ao registrado em outros países. Mais de 60% dos brasileiros aceitam pagar por um download de música, enquanto na média global a porcentagem é de 51%. Diante desse cenário, as gravadoras começam a criar estratégias para a telefonia móvel.

Uma dessas empresas é a Deck, selo carioca independente que fez um acordo com a Nokia para embarcar o álbum “Ao Vivo”, da cantora de rock Pitty, em seus celulares. O resultado foi a comercialização de 200 mil arquivos do trabalho. “Hoje, as vendas digitais já empatam no faturamento com as vendas de CDs”, diz Fábio Silveira, diretor de novos negócios da Deck. O entusiasmo com o celular é compartilhado por José Pena, diretor responsável pelo departamento digital da gravadora EMI na América do Sul.

http://content-portal.istoedinheiro.com.br/istoeimagens/graficos/gr_1622646722547597.jpg

Para Pena, os consumidores estão mais preocupados em ter acesso ao trabalho dos artistas do que em possuí-lo. Por isso, a gravadora aposta no modelo de assinaturas. A telefonia móvel também permite contornar um obstáculo que ainda atrapalha as transações financeiras pela rede: muitos consumidores não possuem cartão de crédito, o que restringe as vendas virtuais. Pelo celular, o valor do download é debitado na fatura mensal do cliente da operadora.

Se os dispositivos móveis resolvem a questão do pagamento, existe ainda o problema do custo do tráfego de dados. As gravadoras têm dificuldade para fazer acordos com as empresas de telefonia para reduzir as cobranças por esse serviço. “É quase como mexer na padaria dos outros”, afirma Gian Uccello, diretor de novas mídias da Warner. Fundador do grupo Trama, João Marcelo Bôscoli, filho da cantora Elis Regina, diz que o mercado fonográfico cometeu um erro crasso ao tentar prolongar a vida dos CDs.

“Lutar contra essa nova realidade digital é contraproducente”, diz Bôscoli. “O que temos de fazer é gerar receita com essa audiência por meio de patrocínios e ações de marketing.” Atualmente, metade do faturamento da Trama é obtida de acordos com empresas para anúncios em programas de rádio, tevê e shows. Em média, cada contrato desse tipo representa R$ 600 mil por ano para a companhia. Entre as patrocinadoras estão Volkswagen, Audi, Natura e Red Bull.

Fonte: Istoé Dinheiro

Batalha médicos x McDonald´s

http://www.almanaquealagoas.com.br/dados/bancoDeMidia//b/f/c/8/3/5/f/5/%7Bbfc835f5026f850d264a7818b070072c%7D_ronald_mcdonald1.jpg

Uma carta aberta ao McDonald´s foi publicada nos principais jornais dos Estados Unidos em nome de 550 profissionais da saúde com o apelo: “parem de deixar nossas crianças doentes”.

Os médicos pedem a aposentadoria de Ronald McDonald, o que segundo ele seria o líder do marketing do junkfood voltado para o público infantil. Um terço das crianças americanas são obesas. Segundo os médicos um em cada três recém nascidos irá desenvolver Diabetes do Tipo II durante a vida.

Os médicos pedem ainda o fim do “McLanche Feliz”. Há ainda a acusação de que a rede aumentou o marketing voltado para as crianças. Segundo um estudo realizado em 2009, crianças pequenas foram expostas a 25% mais anúncios de fast food naquele ano que em 2007.

Outro lado

O CEO do McDonalds, Jim Skinner, afirmou que Ronald McDonald “não faz propaganda de comida não-saudável a crianças”. “Nós temos muitas opções que se encaixam em um estilo de vida balanceado e ativo. Fica por conta delas e de seus pais escolherem. E é responsabilidade deles fazerem isso”, concluiu.

“Esta é uma questão de escolha e nós acreditamos no processo democrático”, declarou Jim Skinner. “Trata-se do direito pessoal e individual de escolha”.

De alguns anos para cá, a cadeia de restaurantes passou a disponibilizar opções mais saudáveis ​​em seu cardápio, incluindo saladas, frutas e, mais recentemente, cenouras no lugar de batatas fritas.

Fonte: Marketing Infantil

Especialista discute estratégia chinesa em evento em São Paulo

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibqmRPtiMoyELGevZGsHzXyOcLu6mgxT81RrAVuVGIG0LX9I_KRViz-UQ0NaDgtPqa02Z9LcAGC2eJ6EE-l1TN7OPgMqhM0W2jJgV8gRarWTrQi0fl80h8EK8EFJQlv1VptSftfaLVY5g/s1600/china-flag(1).jpg

Fazer com que a indústria chinesa mude seu patamar, produzindo mercadorias de maior valor agregado, por meio da ampliação da substituição de importações e do incentivo a inovação, é um dos principais eixos do Plano Quinquenal da China (2011-2015). “Certamente os chineses estão caminhando na direção dos produtos de alta tecnologia, mas [essa política] ainda levará um tempo [para apresentar resultados]”, destacou Jonathan Fenby, jornalista e diretor de pesquisa sobre China da consultoria Trusted Sources, especializada em estudos sobre países emergentes. Fenby esteve em São Paulo para dar uma palestra sobre a China, evento promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), entidade que agrupa instituições e empresas chinesas e brasileiras, interessados em estabelecer parcerias.

Na apresentação de Fenby, os temas inovação e tecnologia foram pouco citados. O consultor focou questões políticas, como a mudança no quadro do Partido Comunista (PC), com a aposentadoria de alguns membros, destacando que os novos integrantes não estão dispostos a fazer uma reforma política no sentido de democratizar o país. No caso dos assuntos econômicos, o grande foco da apresentação foi o aumento da inflação, um risco para a economia chinesa na atualidade. Fenby previu um aumento da importação de alimentos em 2011, combinado com a elevação dos preços das commodities, que poderá impactar o bolso dos cidadãos chineses e está aumentando a taxa de inflação, que gira em torno de 2%, para 4% a 5%. Ele calcula que a China deve crescer ente 9% e 10% em 2011.

Na abertura da palestra, o presidente do CBEC, Sergio Amaral, destacou que a China é o principal parceiro comercial do Brasil, em volume de produtos importados e exportados. A relação com a China também tem passado por transformações, pois o País tem recebido mais investimentos chineses, interessados em áreas como telecomunicações e energia. Para o Brasil, defendeu Amaral, o problema está em acrescentar valor às exportações nacionais para a China. Em 2010, o total das exportações brasileiras para China chegou a US$ 201,9 bilhões e o das importações ficou em US$ 181,6 bilhões, segundo números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A questão tecnológica apareceu na intervenção do economista Antônio Barros de Castro, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), convidado pelo Conselho Empresarial Brasil-China para ser debatedor. O brasileiro lembrou que países da Europa, em especial, estão tentando competir com os chineses ampliando seus investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Mas, para o economista, essa estratégia tem problemas. “Muitos países, como o Brasil, estão no nível tecnológico intermediário, e é muito difícil sair desse nível médio para um nível alto”, ponderou, citando a Malásia, um dos Tigres Asiáticos, como caso de uma nação que não conseguir levar toda sua indústria para os segmentos de tecnologia de ponta.

Outra ressalva feita por Castro está no fato de a China se encontrar no mesmo nível tecnológico de muitos de seus concorrentes, mas evoluindo em inovação muito rapidamente em algumas áreas, as quais ele não chegou a citar. Além disso, o economista brasileiro apontou para o fato de ser virtualmente impossível concorrer com os chineses nos segmentos industriais que se caracterizam por fazer montagem de produtos (como os de eletroeletrônicos), devido aos preços baixos dos produtos decorrentes dos custos de produção, muito menores do que nos demais países.

Fenby comentou que, de fato, a China está fazendo um esforço no sentido de tornar seus produtos tecnologicamente mais sofisticados. O país começou com a importação e absorção de tecnologia estrangeira, como fez com o caso dos trens de alta velocidade. Inicialmente, comprou tecnologia japonesa, mas hoje desenvolve seus próprios trens. Contudo, a estratégia de investir mais em inovação, constante do Plano Quinquenal, demorará ainda um tempo para surtir efeito, disse ele.

Um dos fatores que demonstrariam, segundo Fenby, que a economia chinesa ainda está baseada em tecnologias menos sofisticadas é o fato de haver um maior número de pedidos de patentes de aplicação registrados pelas empresas da China do que de depósitos de patentes de invenção. Essas últimas são derivadas de atividades de pesquisa mais sofisticadas e resultam em novas tecnologias e produtos de maior valor agregado. “Os chineses são muito bons em aplicações”, destacou o consultor. A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) acaba de divulgar mais um ranking de atividades de patenteamento que coloca a China em primeiro lugar.

Fonte: Inovação Unicamp

Lançamentos Estrela - Jogos Carros 2 e Kung Fu Panda 2

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEharB3aWErTSZQNJo3pm5JXwrtlUsUPIowtDXQDUAdRWro0KWRXlYiHk-90RsW9qo9QmZSt6speOCt5kTiKCNnymnaeAKkFuxJXeOLZQ8gci5ZdXuSdyEMeOAJErS11CpMwGbCjcsS1s6A/s1600/Lan%25C3%25A7amentos+Estrela+-+Jogos+Carros+2+e+Kung+Fu+Panda+2.jpg

Este ano, os fãs de animação têm muito que comemorar. Dois grandes sucessos de bilheteria voltam às telonas: Kung Fu Panda e Carros.


Para a diversão não acabar depois do filme, a Brinquedos Estrela lança diversos jogos com os personagens de Carros 2 e Kung Fu Panda 2! Em Kung Fu Panda 2, o panda Po e sua turma têm que lutar contra um novo vilão, que pretende usar uma arma secreta invencível para conquistar a China e destruir o kung fu. Nos jogos da Estrela, os perigos são de mentirinha, mas a diversão é de verdade! Já em Carros 2, a emoção é em alta velocidade! McQueen decide participar da Corrida dos Campeões, disputando corridas em diversos países e enfrentando perigos internacionais.

Fonte: PDV News

Novo round na guerra dos supermercados

http://www.jobajob.com.br/wp-content/uploads/2011/05/walmart-2jb__oPt-300x224.jpg
Walmart ganha na Justiça o direito de retomar sua campanha “Desafio do Preço Baixo”, desenvolvida pela Africa.

O Walmart foi ao Tribunal de Justiça de São Paulo e conseguiu cassar a liminar concedida anteriormente ao Grupo Pão de Açúcar, que suspendeu a veiculação da campanha criada pela Africa que mostrava a reação de consumidores ao descobrirem a diferença de preços de um supermercado do Walmart para o dos concorrentes, cujos nomes apareciam em letras menores na tela. Após a primeira decisão, o Walmart soltou outro comercial informando as razões de ter tirado as peças do ar e ressaltando sua mensagem de que “tem o preço mais baixo todos os dias”. Com a nova decisão da Justiça, a campanha “Desafio do Preço Baixo” voltará ao ar com novos filmes que irão novamente desafiar a concorrência e estimular os consumidores a comparar os preços.

“A decisão judicial de cassar a liminar reestabelece a livre concorrência e permite maior transparência ao consumidor. Garantimos a procedência do teste com as consumidoras, seguindo as regras brasileiras da propaganda. Acreditamos que ninguém pode tirar do cliente o direito de economizar”, comenta Eduardo Maia, vice-presidente de marketing do Walmart Brasil.

Embora não esteja diretamente envolvido nesta disputa judicial, o Carrefour também entra na “guerra dos supermercados”, com uma nova campanha, chamada “Inflação Zero”, na qual promete manter em alguns produtos preços praticados há um ano. A lista de produtos é divulgada em campanha criada pela F/Nazca S&S e protagonizada pela apresentadora Ana Maria Braga, garota propaganda do Carrefour.

Fonte: Job a Job

USB Card Pen – Caneta e Flash Drive Juntos

http://digitaldrops.com.br/drops/wp-content/uploads/2011/05/USB-Card-Pen.jpg

Legal e útil esta caneta com um pequeno flash drive integrado criada por Wan Sui Ping.

A USB Card Pen vem com um flash drive destacável de 4 GB e custa US$55 na UncommonGoods.

Fonte: Digital Drops

Aniversário da Tupperware no Brasil

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjt1e30KRG5K1aDh1iPRY689djCIthm4crCFRkV4TsedfxfM5BkKZyGL0t9knVmqyfgXJqapHQINRhHcPTeYoiKlUQIrSF1cIS88C9m8dgo7MloNz_h2dq8h0OqUfSjMf5q41GxwPlyOpo/s1600/TUPPERWARE.jpg
O sucesso dos produtos plásticos para uso doméstico desenvolvidos por ele estava na matéria-prima, pois a adoção de polímeros mais caros resultou em material mais resistente e flexível. A partir daí o modelo de negócio, com as reuniões de demonstração dos produtos de casa em casa, fez a empresa expandir para 100 países.

Hoje, são 2,5 milhões de vendedores no mundo. Sem especificar o faturamento regional, a Tupperware garante que o crescimento no Brasil é de dois dígitos. Globalmente, a empresa fechou 2010 com faturamento de US$ 2,1 bilhões. Para comemorar o aniversário, foi lançado um modelo especial de vasilhame, a Mega Criativa 10 L e o catálogo de maio veio com maior variedade de produtos. Dona da Fuller Cosmetics, adquirida em 2005, a Tupperware também anunciou contrato com a apresentadora Gianne Albertoni que estampará a capa do Vitrine, catálogo de vendas da marca.

Fonte: PDV News