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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Confiança do e-consumidor chega a 86,28%

http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/img/confianca1.jpg
O comércio on-line segue em alta no que diz respeito à satisfação do consumidor. De acordo com o Índice de Confiança do e-Consumidor, estudo desenvolvido pela e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), dos brasileiros que realizaram compras pela internet em janeiro, 86,28% dos que participaram da pesquisa afirmaram estar satisfeitos com a transação.

O índice apurado em janeiro foi praticamente igual à média registrada em todo o ano de 2009 (86,3%). "Se considerarmos que em janeiro já tivemos uma marca superior à dos três primeiros meses do ano passado podemos projetar uma média bastante superior para 2010", ressalta o diretor executivo da camara-e.net, Gerson Rolim.

Para a composição do índice são avaliados quesitos como facilidade no momento da compra, clareza nas informações sobre os produtos, preços, navegação, entrega feita dentro do prazo, qualidade do atendimento e do produto, política de privacidade e manuseio e envio das mercadorias. A avaliação dos e-consumidores é obtida por meio de pesquisas nas lojas conveniadas à e-bit – essa avaliação é feita no ato da compra e após o recebimento do produto. Para o índice de janeiro, foram colhidas 140 mil entrevistas em todo o país, nos dias 1º e 31 de janeiro.

Fonte: Cosmetics & Toiletries

Algas podem ser causa de morte de peixes no RJ

Lagoa Rodrigo de Freitas
Pássaro na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, em processo de revitalização

Rio de Janeiro - Análises laboratoriais das amostras coletadas pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) indicam que a mortandade de cerca de 70 toneladas de peixes na Lagoa Rodrigo de Freitas foi causada pelo acúmulo de matéria orgânica, que provocou a proliferação de algas, prejudicando a respiração das espécies.

Segundo os laudos preliminares, a chuva e a insuficiência de renovação das águas contribuíram para o acúmulo de matéria orgânica. Um laudo mais específico deve sair em uma semana.

O Inea descartou que o acidente ambiental tenha relação com o fato de a comporta do Canal do Jardim de Alah ter sido aberta um dia antes, devido ao rompimento de uma tubulação, e que causou despejo na Praia do Leblon.

O instituto informou que já foi concluída a primeira fase do projeto de recuperação da Lagoa Rodrigo de Freitas, de despoluição das águas e controle do esgoto urbano. No entanto, ainda há muita instabilidade na renovação das águas, o que prejudica o equilíbrio.

A segunda etapa prevê a construção de dutos para garantir a renovação das águas, que ainda está em fase de licenciamento.

A Lagoa Rodrigo de Freitas voltará a ser monitorada com boias durante 24 horas para acompanhar a alteração na oxigenação da água.

Fonte: portalexame.abril.com.br

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Arte feita no computador

Arte feita no computador

Novas ferramentas para criar arte pelo computador dispensam mouse e teclado.

Quando a revista The New Yorker publicou sua edição de 1º de junho do ano passado, a arte da capa causou enorme repercussão. A ilustração, criada pelo artista Jorge Colombo, mostrava uma cena noturna idílica de um carrinho de cachorro-quente em Nova York. Todo o desenho foi feito com o aplicativo Brushes, em um iPhone. Tradicionalmente, computadores e artistas nunca foram melhores amigos. Então por que dessa vez o encontro deu certo?

A tela sensível ao toque do iPhone é a chave, diz Cathy Treadaway, do Instituto de Cardiff da Universidade do País de Gales, no Reino Unido. Segundo a pesquisadora, o display responde ao desejo dos artistas de usar as mãos para se expressar. “Uma das coisas que os artistas tentam fazer quando criam uma obra é comunicar um pouco de si, do seu conteúdo emocional”, diz. E as mãos são uma solução incrível para isso. “Elas são um canal que passa pelo corpo e sai para o mundo. É a maneira como estamos conectados.”

A experiência artística de Cathy mostrou que programas de computador e interfaces tradicionais, como o mouse e o teclado, só atrapalham. O uso desses dispositivos exige atenção a detalhes, como menus, e envolve micromovimentos com o mouse. “Isso faz nossos processos de pensamento trabalharem de modo bem diferente do que se estivéssemos criando com as mãos”, diz.

Ter de se concentrar em comandos de computador pode interferir seriamente nos padrões de pensamento de um artista, acredita Ann Marie Shillito, da Escola de Arte de Edimburgo, no Reino Unido. “É uma verdadeira barreira para a criatividade”, diz. “É por isso que muitos artistas e artesãos, como fabricantes de joias e móveis, abominam trabalhar no computador.” Como mostra a capa da The New Yorker, o cenário está mudando. O aplicativo Brushes, para iPhone, é parte de uma nova geração de tecnologias que permitem aos artistas usar programas que garantem movimentos mais naturais para criar.

Esculturas virtuais

As telas sensíveis ao toque não são a única maneira de fazer isso. Ann Marie lidera uma equipe que desenvolveu um software cujo objetivo está em permitir que artistas recebam feedback físico ao projetar objetos virtuais 3D. A ideia da equipe tem como base um dispositivo tátil chamado Falcon, que vibra e se move para permitir que usuários “sintam” objetos virtuais. Originalmente desenvolvido para jogos 3D, o Falcon é um cruzamento entre joystick e mouse.

À medida que o usuário interage com o controle em três dimensões, seus movimentos são espelhados na tela. Pequenos motores oferecem resistência e geram pequenas vibrações para dar feedback sobre várias propriedades do objeto virtual que está sendo projetado, como peso, textura e forma. “O que temos é a sensação de toque. Como isso é tão natural à nossa forma de interagir no mundo real, significa que podemos acessar o conhecimento que já temos de objetos 3D”, diz Ann Marie.

Daniel Keefe, artista e cientista da computação na Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, está convencido de que tecnologias que permitem usar plenamente os sentidos físicos irão aumentar a criatividade na arte por computador. “Perdemos algo quando migramos do mundo físico para um mundo virtual criado apenas por programação.” Ele não acredita, no entanto, que o problema já tenha sido resolvido. “Quero ser capaz de criar com as mãos em um ambiente virtual. Hoje, esse ainda é um verdadeiro desafio.”

Keefe desenvolve o projeto Drawing on Air (“Desenhando no Ar”), em que artistas trabalham em um ambiente virtual 3D. Uma das mãos segura um dispositivo tátil chamado Phantom, enquanto a outra veste uma luva conectada a um computador. Enquanto uma mão define o ponto de início de uma linha, a outra faz o traçado. O dispositivo tátil dá o feedback sobre a textura da superfície, permitindo que o artista sinta a mesma resistência que teria ao usar uma tela ou uma folha de papel.

Argila digital

Abordagens ainda mais inovadoras estão sendo estudadas. Seth Goldstein e sua equipe da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, nos Estados Unidos, trabalham em um dispositivo 3D que pode ser manipulado fisicamente para criar obras de arte, da mesma forma que esculturas podem ser moldadas em barro. Chamado de argilotrônico (ou claytronics, em inglês), o aparelho consiste em uma bandeja contendo até 1 milhão de partículas, cada uma do tamanho de um grão de areia. O artista seria capaz de controlar a forma como elas grudam às suas vizinhas, permitindo que sejam moldadas.

A equipe diz que o dispositivo será programável, facilitando a alteração do comportamento do material para se parecer com argila ou aço. Embora ainda não tenha conseguido criar partículas do tamanho de grãos de areia, a equipe de Goldstein desenhou cilindros de cerca de 1 milímetro de diâmetro. Eles podem ser controlados para grudar uns aos outros usando forças eletrostáticas. “Interfaces como a argilotrônica vão ter efeito bastante transformador sobre a forma como nos expressamos pelo computador”, diz Goldstein.

Keefe concorda e diz que os artistas vão adotar estas técnicas principalmente porque vão conseguir fazer coisas em ambientes virtuais que são impossíveis na vida real. Eles poderiam, por exemplo, criar objetos em 3D que desafiem a gravidade. Goldstein imagina o dia em que uma interface argilotrônica poderá ser usada simultaneamente por diversos artistas para fazer uma escultura colaborativa. “Vai ser incrível”, diz.

Rosa em QR Code

Os pontos cardeais dão lugar a desejos humanos na Rosa Sensível (http://bit.ly/rosa-sensivel), obra virtual criada pela artista brasileira Martha Gabriel em QR Code. Vontades como casar, ter dinheiro, fazer amigos, viajar ou ganhar sabedoria formam o desenho, que só pode ser decodificado por meio de um smartphone com um software para leitura do código.

Fonte: info.abril.com.br

Em três anos desktops serão irrelevantes

´Em três anos desktops serão irrelevantes´
O Google não tem uma boa notícia para este computador

John Herlihy, um dos principais executivos do Google para buscas, pediu que os desenvolvedores não levem muito a sério os desktops.

Herlihy foi um dos especialistas em internet a palestrar na Digital Lands, evento sobre web e tecnologia que acontece esta semana em Dublin, na Irlanda. Segundo Herlihy, as mudanças no mercado de internet não projetam um bom futuro para os desktops.

O executivo afirma que nos países mais desenvolvidos os usuários migram em rápida velocidade para notebooks e netbooks, o que deve se repetir no médio prazo em regiões emergentes.

Além disso, a popularização de dispositivos tipo tablet, como o iPad, e a massificação dos smartphones devem dar um tiro de misericórdia nos desktops.

Herlihy fez esta afirmação para uma platéia de desenvolvedores e pediu que eles foquem esforços em criar soluções para dispositivos móveis, não para desktops.

Os computadores de mesa, segundo Herlihy, ficariam restritos a nichos como gamers ou editores de imagens, vídeos e outros arquivos pesados. “Em se tratando de buscas e internet, os desktops serão irrelevantes em três anos”, cravou Herlihy em sua palestra.

O especialista disse que o fim dos desktops já pode ser percebido em mercados como o Japão, onde os programadores já desenvolveriam tudo com a cabeça em plataformas móveis e não mais pensando no usuário que tem um PC sobre sua mesa.

Fonte: info.abril.com.br

Campanha promove alimentação saudável para as crianças

A Associação Americana de Processadores de Leite interrompeu sua famosa campanha "Got Milk?", onde celebridades aparecem com um bigodinho de leite, para parabenizar a primeira dama Michelle Obama por sua campanha "Let´s Move!", de combate à obesidade infantil.



O programa, entre outras coisas, encoraja as crianças a substituírem refrigerantes e bebidas doces por água ou leite desnatado.

Esta campanha está alinhada com o foco da área de marketing dos processadores de leite para 2010, que é estimular as mães a proporcionarem uma melhor nutrição aos seus filhos através do consumo de leite.

A bem sucedida campanha dos bigodinhos de leite retornará em seguida.

Chamo a atenção para o bom uso do marketing promovendo a saúde das crianças. Aqueles que querem proibir a publicidade voltada a crianças no Brasil devem analisar este caso. Não é a publicidade que "engorda", mas os produtos inadequados anunciados e o consumo excessivo permitido pelos pais. Banir a publicidade não resolve o problema. Ela pode ser parte da solução

Fonte: Marketing Infantil

Participação dos importados no consumo do País diminui após cinco anos de alta, diz Fiesp

Fatia das exportações do total produzido pela indústria também apresentou queda; demanda chinesa por recursos minerais evitou tombo maior

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgou, nesta terça-feira (2), estudo que indica que a participação de produtos importados no País interrompeu um ciclo de cinco anos consecutivos de crescimento e recuou em 2009 para 19,2%, 1.7 ponto percentual menor ante os 20,9% do ano anterior. Já o total produzido pela indústria para exportação caiu de 21,2% para 20,2%, na mesma base de comparação


Puxado principalmente por setores como: indústrias extrativas (+5,6 pp), celulose e papel (+3,2), metalurgia básica (+3,1 pp) e químicos (+1,5pp) em 2009 o coeficiente de exportação (CE) da indústria geral caiu menos que o coeficiente de importação (CI).

No fechamento do quarto trimestre do ano passado, por sua vez, o Coeficiente de Importação C.I. (participação dos importados no consumo aparente) cresceu 0.5 p.p., fechando o período em 19,5%, ante os 19% do trimestre anterior.

Em contrapartida, as exportações vêm apresentando sucessivas quedas. O Coeficiente de Exportação C.E. (participação na produção da indústria) do último trimestre de 2009 registrou um arrefecimento de 0.5 p.p. e fechou em 19,8%, ante os 21,3% do terceiro trimestre.

“Essa tendência de aumento das importações, influenciada pela valorização cambial, tira a competitividade das exportações e deixa o País muito mais vulnerável ao mercado externo”, avaliou o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Roberto Giannetti da Fonseca.

Para o diretor da entidade, a forma que o Banco Central trabalha o câmbio só beneficia o capital especulativo e não traduz com fidelidade as necessidades da economia do Brasil. “O Banco Central joga cartas com o baralho aberto, não há blefe [...] Ele (BC) precisa jogar com mais habilidade, principalmente com os especulativos”, completou.

Exportações

Segundo a Fiesp, a queda do C.E. só não foi maior por causa dos setores relacionados aos recursos naturais, que demandam forte oferta chinesa. A indústria extrativa, por exemplo, teve 67,3% de sua receita voltada às exportações, contra os 61,8% em 2008, ou alta de 5.6 p.p., ocupando o primeiro lugar no ranking dos setores que mais apresentaram elevação.


Em 2009, o setor de indústria extrativas foi um dos principais responsáveis por segurar a queda do coeficiente de exportação da indústria geral.

O estudo da Fiesp também destacou a participação do setor de celulose e papel, que ampliou o C.E. de 26,4% para 29,5%.

Já os setores intensivos em tecnologia reduziram seu C.E.. A Fiesp sublinha o setor de aeronaves, ferrovia e embarcações, que fechou 2009 com o C.E de 24,1% – queda de 15.5 p.p. em relação a 2008, de 39,3%.

O setor de veículos e autopeças também sofreu forte redução do C.E.. As exportações representavam 15,8% em 2008 e passaram para 10% em 2009. Outro setor que jogou para baixo o C.E. foi o de máquinas e equipamentos, cujo coeficiente estava em 23,9% em 2008 e passou para 17,6% em 2009.

Importações

Os Coeficientes de Importação (C.I.), apesar da tendência de alta, apresentaram queda generalizada, mas menos acentuada em relação às exportações. A indústria extrativa ampliou seu C.I. de 56,6% em 2008 para 59,9% em 2009.

No último trimestre de 2009 os coeficientes praticamente se igualaram, fortalecendo a tendência observada nos últimos anos, mas interrompida pelos efeitos da crise.

O setor de máquinas e aparelhos elétricos foi o segundo com maior aumento e registrou alta de 2.3 p.p. em relação ao ano anterior. As importações representavam 24,8% do consumo interno do setor e passaram a responder por 27,1%.

A maior queda foi no setor de aeronaves, ferrovias e embarcações, de 8.8 p.p.. O estudo revela que os importados respondiam por 32,4% em 2008 e passaram a representar 23,6% do total do consumo aparente em 2009.

No entanto, a Fiesp ressalta que em um ano de forte retração na demanda mundial, como foi o ano de 2009, o mercado doméstico desempenhou importante papel, na medida em que absorveu a produção do setor causando inclusive alta de produção.

Outra importante queda foi a de equipamentos médico-hospitalares de 5,9 p.p., setor onde a penetração dos importados era a maior entre todos os setores até 2008, com 64,6% – posto perdido para a indústria extrativa.

As máquinas e equipamentos, devido a queda dos investimentos em 2009, também mostraram queda no C.I. em 2009, de 3,0 p.p.. Entretanto, segundo a Fiesp, ainda continua sendo o segundo maior C.I. da série deste setor, com 34,1%.

A Fiesp ressalta que, mesmo com a queda de alguns setores, o C.I. passou a ser maior do que o C.E. – ou mesmo muito próximo – em alguns setores relevantes da economia.

O C.I. de veículos e autopeças, por exemplo, apesar da pequena queda de 0,4 p.p. na comparação de 2009 com 2008, superou o C.E. pela primeira vez desde o início da série. A participação das exportações na receita de venda desta indústria foi de apenas 10%, contra 13,5% da representatividade dos importados no consumo interno.

Acesse aqui o estudo completo.

Fábio Rocha, Agência Indusnet Fiesp

Fonte: FIESP

Tecnologias verdes Veículo elétrico da Honda fica só no papel

Veículo elétrico da Honda fica só no papel

O novo veículo 3R-C da Honda é uma solução para os problemas de locomoção urbana – mas pode demorar bastante para se tornar realidade.

Lançado no Salão do Automóvel de Genebra esta semana, ele possui três rodas e baterias recarregáveis.

Criado pelo time de design da Honda em Milão, o veículo é um projeto minimalista voltado para transporte de apenas uma pessoa. A bateria elétrica está montada em posição baixa no chassi, mantendo o centro de gravidade baixo e aumentando a estabilidade.

O assento possui proteção reforçada nas laterais, para reduzir o risco de machucados em impactos. O porta-malas, diminuto, fica na frente, combinado com a ideia de um veículo para transporte urbano.

O design futurista, no entanto, é apenas um protótipo: a Honda anunciou que não tem planos de produzi-lo.

Fonte: info.abril.com.br

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Summit leva personagens de sucesso para a Abrin


Estreante na Abrin, a Feira Nacional de Brinquedos, a Summit vai com força total para o evento. A maior prova disso são os diversos lançamentos que a companhia vai apresentar durante o evento. Os Kits Licenciados Tris, as embalagens para presente Dipak e as novidades da linha Tris Festmania, como as licenças Barbie e Hot Wheels, são apenas alguns dos exemplos dos novos produtos que estarão no estande da empresa.

A participação da Summit na Abrin tem como objetivo a busca de novos mercados e também da ampliação dos canais de distribuição da companhia. “O setor de brinquedos tem se mostrado muito receptivo, e o fato de termos largo expertise e know-how em licenças fortemente identificadas com o público consumidor tornou a nossa entrada no segmento ainda mais natural”, afirmou Guilherme Catta Preta, diretor comercial da empresa.

Fonte: papelearte.com.br