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terça-feira, 7 de junho de 2011

VINÍCOLA AURORA LANÇA COOLER VERSÃO ICE

VINÍCOLA AURORA LANÇA COOLER VERSÃO ICE

A Vinícola Aurora lança nova versão de sua linha Keep Cooler, o Keep ICE, um produto à base de vodca feita de uvas. Líder de mercado em vinhos, sucos de uva e coolers (com sua marca Keep Cooler) e líder de espumantes na Região Sul do Brasil, a Aurora entra com força nesse segmento, com a proposta de atender uma necessidade potencial de mercado com sabor diferenciado. O Keep ICE da Vinícola Aurora pode ser encontrado em garrafas de 250 ml.

Fonte: Giro News

LOJISTAS DE SP PREVEEM ALTA DE 10% NO DIA DOS NAMORADOS

LOJISTAS DE SP PREVEEM ALTA DE 10% NO DIA DOS NAMORADOS

Com duas semanas para o Dia dos Namorados, lojistas já estão preparados com promoções, kits e decorações especiais para chamar atenção dos casais. Aproveitando a 3ª melhor data para a venda do comércio, ficando atrás apenas do Natal e do Dia das Mães, varejistas esperam aumento de 10% a mais nas vendas do que o ano passado para o estado de São Paulo. Na capital este número pode chegar até 12% e no interior do estado, 8%. Clique em Leia Mais e veja a matéria completa.

Ticket média elevado

De acordo com o presidente da FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo), Mauricio Stainoff, o valor do ticket de compra do consumidor é mais alto do que 2010 e a troca de presentes, somente entre casais, movimenta o comércio. “O valor médio de compra é de R$85,00. Está mais alto visto que a entrega de presentes ocorre somente entre duas pessoas, o que possibilita a compra de lembranças com preços mais altos também”, afirma. Para Stainoff, os setores que podem vender mais são os de confecções, perfumes, calçados e celulares.

Fonte: Giro News

Apple confirma início das vendas do iPad 2 no Brasil

Comercialização da segunda versão do tablet da empresa no País começará na sexta-feira, dia 27.

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A Apple confirmou no último dia 25, que o iPad 2 será lançado no Brasil na sexta-feira, 27. Os preços variam de R$ 1.649,00,para a versão Wi-Fi de 16GB, até R$ 2.599, 00, para a opção com Wi-Fi e 3G de 64GB. Alguns varejistas planejam começar as vendas já na meia-noite de quinta-feira, 26. Para quem não quiser sair de casa, também é possível comprar pela internet. Os valores são iguais aos cobrados no momento do lançamento do iPad 1 Brasil, em dezembro de 2010, e que posteriormente foram reduzidos.

Uma das novidades da nova versão é que o equipamento é mais fino e leve. Além disso, o iPad 2está disponível na cor branca, tem duas câmeras e um processador mais potente. A duração da bateria é de dez horas. Lançado em abril de 2010 nos EUA, o iPad vendeu 15 milhões de unidades e gerou uma receita de US$ 9,5 bilhões para a fabricante americana, conquistando 90% do embrionário mercado de tablets.

Outro ponto que pesa a favor da Apple na disputa com os tablets rivais é sua vasta gama de aplicativos. Há cerca de 100 mil programas desenvolvidos para o iPad ante mil para os modelos equipados com Android.

Fonte: Istoé Dinheiro

A vida além do topo

O que levou CEOs de empresas como Adidas, Oi, Vale, Mapfre, Avaya e Vivo a mudar de emprego quando estavam no auge de suas carreiras e quais são seus planos para o futuro.

Nos últimos nove anos, o executivo Marcelo Ferreira ocupou a maior sala do edifício Demini, no elegante bairro de Alphaville, em Barueri, na Grande São Paulo. A cadeira de seu escritório era a de espaldar mais alto, o telefone, o mais moderno, e o carro, cedido pela empresa, sempre o modelo mais atual. Ferreira conhece os mais estrelados restaurantes da Europa, onde degustou os melhores vinhos ao lado de nomes como o francês Zinedine Zidane, o argentino Lionel Messi e o brasileiro Kaká, astros mundiais do futebol.

Ele acompanhou in loco as Copas do Mundo de 2002, no Japão e na Coreia do Sul, e a de 2006, na Alemanha. Perdeu a conta das vezes em que esteve em um estádio para assistir a embates futebolísticos fenomenais, como o clássico espanhol Barcelona versus Real Madrid. “É difícil desapegar do status, do poder e do endereço corporativo”, diz Ferreira. Ele sabe do que está falando. Já em contagem regressiva, Ferreira deixará, em julho, a presidência da subsidiária brasileira da Adidas.

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A decisão de sair, porém, foi tomada no início de 2010, depois de uma conversa informal com um amigo que, por acaso, também é headhunter. “Ele me perguntou se eu estava preparado para mudar de emprego e me alertou para alguns fatos que eu não estava considerando”, lembra Ferreira. Entre esses fatos estava a longa trajetória de Ferreira à frente da Adidas. Desde o começo da década na companhia, ele era o mais longevo presidente entre todas as 170 subsidiárias da marca de roupas e material esportivo espalhadas pelo mundo.
Tão prolongada permanência numa mesma posição de comando, é algo cada vez mais incomum, não só para a Adidas como para o mundo corporativo dos dias de hoje. Ferreira passou semanas refletindo sobre a pergunta de seu consultor informal. “Só então me dei conta de que eu não tinha sequer um currículo pronto”, afirma. “Passei nove anos entrevistando candidatos a emprego, mas não saberia como me comportar se eu fosse o entrevistado.” Diante dessa constatação, ele resolveu contratar um headhunter e recorrer à terapia para dar início ao que ele chama de processo de “desapego”.

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O relato franco de Ferreira é um retrato fiel dos dramas pelos quais passam os executivos brasileiros que chegaram ao topo da carreira e se transformaram em presidentes de grandes companhias. Lá do alto, a vista pode ser prazerosa e gratificante, em termos pessoais, profissionais e financeiros. Mas como saber que é hora de descer da montanha para a planície? Quais são os sinais de que o seu prazo de validade no comando chegou ao fim?
Depois de uma bem-sucedida carreira, como admitir que é hora de partir para uma nova aventura, muitas vezes em uma companhia menor? Não se trata de uma decisão fácil. Muitas vezes, esse processo é doloroso, solitário e deixa feridas. Infelizmente, é algo cada vez mais comum. Nos últimos tempos, esse movimento cresceu, fazendo com que o mundo corporativo brasileiro assista a uma frenética dança das cadeiras no primeiro escalão das companhias de intensidade poucas vezes vista. O índice de rotatividade dos CEOs no Brasil foi de 16,8% no ano passado, taxa superior à média global, de 11,6%, segundo pesquisa realizada pela consultoria Booz & Company no ano passado com 2,5 mil empresas globais de capital aberto e faturamento superior a US$ 2,8 bilhões.

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Uma das constatações da pesquisa, feita há 11 anos pela consultoria, deve ser lida com especial atenção por quem tem o título de presidente no cartão corporativo: o tempo médio de permanência na função caiu de 7,1 anos, em 2000, para 4,3 anos em 2010. “Hoje os acionistas têm menos paciência para o insucesso”, diz Arthur Vasconcellos, da CTPartners, consultor encarregado de encontrar o substituto para o executivo Roger Agnelli, que estava havia dez anos à frente da presidência da Vale. O próprio Vasconcellos ressalva: não são só os acionistas que têm menos paciência com os CEOs. Eles também estão cada vez menos dispostos a pagar qualquer preço para se manterem no topo de uma organização.
O caso mais emblemático dos últimos meses é o de Antônio Cássio dos Santos, que comandou, por 11 anos, a espanhola Mapfre Seguros no Brasil. Durante sua gestão, a operação brasileira alcançou o terceiro lugar no concorrido mercado de seguros. O faturamento anual da Mapfre passou da bagatela de US$ 100 milhões para US$ 6 bilhões. Era o caso, então, de apenas administrar o sucesso. Mas foi exatamente neste momento que Santos resolveu trocar de emprego. Ele agora é o presidente da filial da suíça Zurich, no Brasil. Aos 135 anos, a seguradora está em 170 países e ocupa a segunda e a terceira posição nos mercados americano e europeu, respectivamente. No País, no entanto, sua presença ainda é pouco representativa.
No ano passado, as receitas da operação local não chegaram a R$ 200 milhões, de acordo com estimativas do mercado. “A Zurich tem de buscar mercados em que possa sustentar sua curva de crescimento e essa sustentação está aqui”, disse Santos à DINHEIRO. Eis aí a resposta para quem ainda não entendeu por que ele deixou uma companhia que fatura US$ 6 bilhões e tem uma confortável posição no mercado brasileiro de seguros para assumir uma operação na qual onde ainda está tudo por fazer. “Conheço o meu perfil”, diz. “Sou movido a desafios.” Antes de chegar ao topo da carreira, Santos trilhou uma trajetória que começou como catador de papel nas ruas de São Paulo.

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Hoje, ele tem mestrado nos Estados Unidos e pós-graduação na Espanha. O executivo pode ser considerado um típico “aventureiro” que passa meses, às vezes, anos, para chegar ao cume do Everest. “Uma vez no topo, me pergunto: há mais alguma coisa a fazer aqui? Não? Então, tchau.” Simples assim? Depende do perfil de quem empreende a escalada. O executivo Cléber Morais reza pela mesma cartilha de Santos. Morais acaba de deixar o comando da americana Avaya, uma das maiores empresas de sistemas de comunicação do mundo, para assumir a presidência da brasileira Bematech, desenvolvedora de soluções tecnológicas para o varejo. “Não vou dizer que o dinheiro não seja importante, mas garanto que o desafio pesa mais do que o salário na decisão de trocar de emprego”, afirma Morais.
Segundo ele, apenas 10% da receita de R$ 350 milhões da curitibana Bematech vem do Exterior, embora a empresa tenha boa presença no cenário global: são dois centros internacionais de pesquisa e desenvolvimento – um em Taiwan e outro nos Estados Unidos – além de escritórios de representação comercial espalhados por vários países latino-americanos. Ampliar a fatia das receitas em dólares e euros é o primeiro desafio do novo presidente da empresa. De acordo com Morais, embora seja um executivo inquieto, movido por desafios, ele se considera um profissional de perfil estável. Passou 11 anos na fabricante de computadores americana Sun e outros oito na IBM. “Às vezes, não é preciso mudar de emprego. A mesma empresa pode oferecer oportunidades diferentes”, diz. “Mas, quando não há essa opção, o melhor mesmo é sair.”
E quando o executivo precisa, mas não quer mudar? Roger Agnelli passou dez anos no comando da Vale e foi substituído por Murilo Ferreira, que sentou em sua cadeira na sexta feira 20. Sob sua gestão, a Vale tornou-se a maior empresa privada do Brasil, com sucessivos recordes de faturamento e lucro. A antiga estatal deixou de ser uma empresa local, com operações limitadas ao mercado interno, para se internacionalizar. Hoje, está presente em 28 países. Agnelli estava tão associado à mineradora que era difícil imaginar um sem o outro. “Amo a Vale”, disse o executivo, em seu último pronunciamento como presidente da mineradora.
Apesar desse desempenho e de todo o seu amor declarado pela mineradora, Agnelli perdeu o emprego pelo qual lutou com todas as forças para permanecer. Seu erro foi outro: falta de jogo de cintura e de habilidade política. Desde a crise de 2008, quando a Vale demitiu mais de mil funcionários, Agnelli entrou na mira do governo federal, que tem maioria na empresa a partir do BNDES e dos fundos de pensão estatais. Paralelamente, tomou decisões controvertidas, como encomendar navios petroleiros a estaleiros estrangeiros ou contrapor-se a projetos caros aos acionistas majoritários, como o investimento da Vale no setor siderúrgico.

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Foi a partir desses episódios que o filme queimou, dando início ao processo de fritura em praça pública do executivo. Há vários indícios que indicam que chegou a hora de partir (confira quadro ao lado). O problema é que muitos executivos não conseguem enxergá-los, pois estão apegados ao cargo ou entraram em uma zona de conforto e segurança que os impede de ver o óbvio. “O sinal mais evidente é o resultado abaixo do esperado”, afirma Ivan de Souza, presidente da consultoria Booz & Company. A saída de Luiz Eduardo Falco da presidência da empresa de telefonia Oi é um caso em que esses sinais eram mais do que evidentes.
Falco, que trilhara uma carreira bem-sucedida na TAM, permaneceu dez anos na Oi – os últimos cinco na presidência – e foi responsável pela bem-sucedida estreia da operadora de telecomunicações no segmento de celulares. Nos últimos dois anos, porém, começou a perder o apoio dos controladores, a La Fonte, do empresário Carlos Jereissati, e a AG Telecom, comandada por Otávio Azevedo, do grupo Andrade Gutierrez, em razão das dificuldades encontradas no processo de fusão da Telemar com a Brasil Telecom, que deu origem à Oi. Mais: por três vezes tentou unificar as ações da empresa, hoje divididas em três companhias abertas e sete diferentes classes e espécies de ações negociadas.
Falhou em todas. No ano passado, a companhia perdeu mercado em todos os segmentos em que atua: telefonia fixa, banda larga e celular. No primeiro trimestre, teve um prejuízo de R$ 385 milhões. No mesmo período do ano passado, o lucro foi de R$ 518 milhões. O contrato de Falco venceria no final de 2011. Mas o próprio executivo resolveu abreviar a sua permanência. “A Oi começará um novo ciclo”, disse Falco, quando anunciou que deixaria o comando da operadora em julho. Francisco Valim, CEO global da empresa de informações financeiras inglesa Experian, é o principal cotado para sucedê-lo.
A movimentação acima da média no primeiro escalão de grandes companhias também está gerando dois outros fenômenos no País. O primeiro é a dificuldade que as firmas especializadas na contratação de executivos estão encontrando para substituições no alto escalão. Como consequência de uma demanda elevada e uma oferta limitada, o segundo fenômeno é a alta nos salários dos CEOs brasileiros. Segundo levantamento da consultoria Hay Group, executivos brasileiros estão entre os mais bem remunerados do mundo. Por aqui, profissionais em cargos de diretoria ou vice-presidência recebem, em média, US$ 495 mil por ano, contra cerca de US$ 405 mil pagos a seus colegas nos Estados Unidos.

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No topo da pirâmide, a situação não é diferente. Presidentes de empresas no Brasil recebem, em média, US$ 1,4 milhão anual. Já seus pares americanos embolsam US$ 997 mil, de acordo com o Hay Group. “O executivo brasileiro está vivendo um momento excepcional em termos de oferta de emprego”, afirma Aline Zimermann, sócia-diretora da Fesa, empresa especializada na contratação de executivos. “Mas é preciso ter cautela para não sair devendo da atual empresa.” Aline aponta ainda dois outros reflexos imediatos do aquecimento da demanda por esse tipo de mão de obra.
Primeiro, o processo de seleção, que antes podia ser concluído em 60 ou 90 dias, agora pode chegar a 120 dias. Segundo: muitas multinacionais estão importando executivos de outras nacionalidades para preencher as vagas. O bom momento da economia brasileira e os altos salários despertaram a cobiça dos cargos de CEOs, especialmente dos executivos de países desenvolvidos, que estão em crise. O Banco Santander trocou Fábio Barbosa pelo espanhol Marcial Portela.
A própria Adidas recorreu ao argentino Fernando Basualdo para substituir Ferreira na unidade brasileira. Basualdo estava desde 2003 à frente da operação mexicana da Adidas. O espanhol Luis Miguel Gilpérez López foi o escolhido para comandar a companhia resultante da fusão da Telefônica com a Vivo. Com isso, Roberto Lima, que esteve por seis anos à frente da operadora de celular, deixará a empresa em julho. “Mais importante do que escalar o Everest é você descer vivo de lá”, disse Lima à DINHEIRO, em sua primeira entrevista após anunciar a saída do comando da Vivo.
Um bom caminho para uma descida “suave”, diz Lima, é nunca perder de vista que muito do prestígio conquistado deve-se mais ao sobrenome corporativo do que o registrado na certidão de nascimento e está estampado em seu cartão de visita. “Quando se tem isso em mente, a vida depois de presidir uma grande empresa fica bem mais fácil”, afirma Lima. Não que ele já não tenha recebido convites para assumir o comando de novas empresas. Para Lima, no entanto, a saída da Vivo abriu um amplo leque de possibilidades que antes não considerava. “Fiz palestras na FGV, estou participando de fóruns em Paris e em Nova York”, diz. “Vou refletir com calma para saber para que lado vou, depois de terminar meu compromisso na Vivo.”

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A reflexão de Roberto Lima leva a outro questionamento comum a quem deixa o comando de uma empresa. Há um prazo determinado para voltar à ativa? Quantos meses um executivo pode se manter fora do mercado sem cair no esquecimento? “Você tem várias formas de estar no circuito, sem estar necessariamente à frente de uma companhia”, responde o próprio Lima. “Acho que esse prazo de carência para se recolocar é de quatro a seis meses. Depois disso, você cai no esquecimento”, afirma Ferreira, da Adidas. Ele já negocia uma nova recolocação. “Vou para um setor completamente diferente”, afirma. O executivo diz que hoje não está interessado apenas na política de remuneração de seu novo emprego.
Quer saber sobre seu grau de autonomia e a qualidade de vida que terá se assumir uma nova função. Este último item está sendo cada vez mais considerado por executivos de primeira linha na hora de se decidir por um novo emprego, ao contrário do que era praxe até há pouco. “Eles não falam, mas abrem mão da vida pessoal, da convivência com a família em nome da carreira”, diz Vasconcellos, da CTPartners. “A maioria não cuida da saúde e se recente da solidão do cargo.” O ex-presidente da Adidas traduz à perfeição o que significa o termo solidão do cargo. “É você viver rodeado de gente e ter de almoçar sozinho todos os dias.” Triste? Talvez. Porém, é um dos preços pagos por chegar ao topo. Mas quem não quer estar lá?

Fonte: Istoé Dinheiro

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Venda de TV 3D Cinema começa em julho no Brasil

A linha da LG adota "tecnologia passiva", na qual os óculos não precisam sincronizar as imagens exibidas na TV e dispensam bateria.

A LG vai começar a venda no Brasil da linha TV 3D Cinema na primeira semana de julho. Apresentada em janeiro na CES (Consumer Eletronics Show), feira anual realizada nos EUA, essa linha adota o que a companhia chama de “tecnologia passiva”, pela qual os óculos não precisam sincronizar as imagens exibidas na TV e dispensam bateria, o que difere dos demais modelos disponíveis no mercado. Assim, cada exemplar de óculos custará menos de R$ 50, valor mais baixo que os demais oferecidos no varejo e que por isso mesmo são vistos pela empresa como um estímulo ao consumo.

Os modelos TV 3D Cinema serão comercializados nas versões 55 polegadas ( preço ainda não definido), 47 (R$ 5.299,00), 42 (R$ 4.199,00) e 32 polegadas, cujo valor também não está fechado. Incluir a versão de 32 polegadas com a tecnologia 3D Cinema é uma aposta da LG para popularizar essa linha de televisores, pois ele chegará às lojas com “preço agressivo”, segundo Humberto De Biasi, diretor de marketing da LG. A TV 3D Cinema permite a conversão de imagens de 2D para 3D.

A linha também adota o conceito de “smart TV” (acesso à internet e interatividade). Quando conectado à internet, o aparelho permite acessar conteúdo de parceiros, com os portais UOL e iG, e locadoras virtuais (Saraiva, Terra TV e Net Movies).

Como parte da estratégia de mercado para a linha TV 3D Cinema e do novo posicionamento de marketing adotado em 2011, a LG decidiu patrocinar a terceira edição do Hollywood Brazilian Festival, que começa hoje em Hollywood e se estenderá até o final de semana. O festival exibe filmes brasileiros independentes.

Flash Drives Iron Man 2: Prateado ou Dourado

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Os fãs do Homem de Ferro vão curtir estes dois flash drives japoneses com a forma do capacete do Iron Man.

São dois modelos do Iron Man 2 Marvel Comic Flash Drive Japan, um prateado e outro vermelho e dourado, com 4 GB de espaço, taxa de transferência de até 25 MB/s e feitos de material galvanizado. O mais legal é que os dois acendem os olhos com LEDs quando plugados numa porta USB 2.0.

Cada flash drive do Iron Man 2 Japan custa US$22 na Amazon.com.

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Fonte: Digital Drops

Geração Millennial é a mais receptiva a mobile advertising

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Uma pesquisa recente da GFK MRI, especialista em consumo mobile, aponta que os Milennials (geração Y), pessoas que nasceram entre 1977 e 1994, são os principais consumidores de mensagens patrocinadas. 93% dos Milennials têm a tendência de fazer a compra e responder o SMS.

Agora, se tratando da Geração X, nascidos entre 1965 e 1976, eles são bem receptivos a este tipo de mídia com 19% de adesão, mas não se comparam com os da geração que os sucedem. Os Baby Boomers, nascidos entre 1965 a 1976, são os que mais desaprovam este tipo de mídia, 40% dos usuários reprovam esta ação.

Os jovens da geração Z, nascidos em 1995 até os dia de hoje, por mais que representem uma fatia importante do mercado, não entraram na pesquisa.

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Fonte: Job a Job

Designer cria biquíni que carrega iPods, câmeras e celulares com energia solar

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Passar o dia na praia já não é problema para os geeks. O designer Andrew Schneider desenvolveu um biquíni com entrada USB, capaz de carregar aparelhos eletrônicos, como iPods, câmeras e celulares, com energia solar.

A novidade, chamada de Solar Bikini, é produzida com placas de tecido fotovoltaico, costuradas com linhas condutoras, capazes de reter a energia solar. A fabricação da roupa demanda 80 horas de costura a mão. A peça pronta custa, em média, 120 libras (R$ 310).

Após o sucesso da invenção com o público feminino, Schneider quer atrair a atenção dos homens. De acordo com informações do Daily Mail, no momento, ele está trabalhando no projeto de uma sunga capaz de gelar latas de cerveja.

Fonte: PEGN