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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

BookBook

É... uma maneira muito inteligente e estilosa para guardar e proteger seu MacBook...

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A capa, que mais se assemelha aos velhos e bons livros presentes nas mais empeiradas bibliotecas tem zipper para fechamento e corpo rígido, é vendida por 79,99 dólares.

O acessório é comercializado pela Twelve South, empresa que se especializou em acessórios para Apple e tem vários ítens a venda como proteções de couro para notebooks, equipamentos de som para ser utilizados com Mac, e gavetas de metal que fiquem dentro do estilo dos computadores do Stevie Jobs.

Veja mais informações e fotos no site: twelvesouth.com

Internet gera onda de escritores idosos

Internet gera onda de escritores idosos
Salman Rushdie, escritor britânico: rede social para publicação de obras que inclui leitores e escritores vem atraindo muitas pessoas acima dos 50 anos.

A internet está ajudando leitores de terceira idade na Grã-Bretanha a relembrar sua paixão por literatura e escrita, e uma maioria esmagadora de idosos no país veem a web como uma evolução positiva, segundo um estudo.
Cerca de 31% dos britânicos acima dos 60 anos têm vontade de publicar contos na internet e de se associar a clubes do livro, de acordo com pesquisa da organização de caridade Booktrust feita no país.
Segundo o produtor digital do HarperCollins Authonomy, Mark Johnson, a rede social para publicação de obras que inclui leitores e escritores vem atraindo muitas pessoas acima dos 50 anos.
"Talvez seja porque idade e experiência deem uma grande vantagem a qualquer um que queira escrever bem ou talvez pessoas mais velhas tenham mais tempo, e sejam mais confiantes, para compartilhar suas paixões online", disse ele.
"Mas nossa experiência sugere que as gerações mais velhas não estão apenas aprendendo a usar a internet --estão aproveitando (a internet) como nunca antes."
De acordo com a pesquisa, que entrevistou 1.162 pessoas acima dos 60 anos, 55% encaram a internet como crucial nas suas vidas, e 93% a veem como uma evolução positiva.
O estudo foi feito pela Booktrust para ajudar a promover o Bookbite, um projeto para leitores e escritores acima dos 60 anos.

Fonte: info.abril.com.br

Tupi pode ter mais petróleo que o previsto

Nove meses após o início da fase de testes de produção de petróleo na área de Tupi, até agora a descoberta mais promissora do pré-sal da Bacia de Santos, a estimativa de 5 bilhões a 8 bilhões de barris de óleo para o bloco já é tida como conservadora pelos técnicos. Instalados no navio-plataforma Cidade de São Vicente, a uma distância de 300 quilômetros da costa, eles registram diariamente o resultado da retirada de 20 mil barris do reservatório.

Paulo Buschinelli, gerente de operações do Teste de Longa Duração (TLD), que começou em maio do ano passado para durar 15 meses, disse que já foram perfurados três poços no entorno da área para delimitar as fronteiras do campo. Por causa da enorme dimensão do reservatório, o consórcio operador (Petrobrás, 65%; BG, 25%, e Petrogal, 10%) foi obrigado a pedir à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorização de aumento da produção para que os testes surtissem efeito.

Com capacidade para extrair 30 mil barris diários de óleo, o navio é um equipamento pequeno, comparado às plataformas gigantes, que produzem, na bacia de Campos, até 180 mil barris por dia. A ANP havia autorizado a produção de 14 mil barris diários em Tupi, mas essa quantidade não foi suficiente para registrar nenhuma consequência nos poços de avaliação no entorno, para verificar a extensão da área por meio de medições de pressão durante a extração do petróleo.

Nesses testes, poços são perfurados a cerca de 20 milhas (em torno de 30 quilômetros) do centro da produção e medem os efeitos causados pela retirada do óleo do depósito central. A vazão teve de ser ampliada em 50% para propiciar análise de seus efeitos. "As expectativas são bem firmes. Não é sonho, é realidade. Estamos acostumados a um padrão de Albacora, Marlim (campos gigantes da Bacia de Campos), mas este reservatório excede até o de Roncador (o maior campo produtor atual)", diz Buschinelli. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/economia/tupi-pode-ter-mais-petroleo-previsto-533252.html

Redução obrigatória da jornada de trabalho

NOTA OFICIAL

A redução obrigatória da jornada de trabalho não é boa para o trabalhador, nem para o empresário e, muito menos, para o Brasil.

Em ano eleitoral o velho tema volta ao debate, sinalizando claro uso político de algo que, na prática, já é realidade no País com base no livre entendimento entre empresas e seus colaboradores em diversos setores da economia.

A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp) são contra a Proposta de Emenda à Constituição 231/1995, que prevê a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e aumento da hora extra de 50% para 75%. Diversas experiências internacionais, e em especial a brasileira, mostram que objetivo do projeto — aumento dos postos de trabalho — não será atendido.

A pretendida medida, além de não criar emprego, comprometeria a competitividade brasileira, poderia reduzir os níveis de produção, as exportações e provocar o aumento de preços em numerosos produtos, bens de consumo e serviços. E nada, como tais indicadores, conspira tanto contra a criação de postos de trabalho!

“A realidade é indiscutível: de 2003 a 2009, o Brasil reduziu a taxa de desemprego de 12,3% para 8,1%, por meio do crescimento econômico e não por alterações na jornada de trabalho. Por outro lado, a redução do período semanal de trabalho, de 48 para 44 horas, estabelecida pela Constituição de 1988, não criou um emprego sequer”, alerta Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp.

O caso mais ilustrativo e parecido com o que se pretende fazer no Brasil é o da França, que realizou um longo processo de redução de jornada de trabalho em duas etapas e de maneiras distintas.

A primeira etapa, iniciada em 1982, impôs uma redução repentina da jornada de trabalho francesa, sem medidas preventivas governamentais de manutenção dos empregos. Os resultados contrariaram o esperado, ocorrendo uma redução de até 4% no nível de emprego. Os grupos de trabalhadores mais prejudicados foram os que recebiam salário mínimo. As autoridades diagnosticaram, à época, que a maior parte das empresas francesas afetadas pela redução da jornada não possuía condições de arcar com o aumento de custos, o que as levou a reduzir seus quadros. Ou seja, houve desemprego.

A segunda etapa, em 1998, foi elaborada levando-se em conta os erros cometidos na primeira. Assim, o governo francês adotou um elevado pacote de incentivos governamentais para as empresas mais afetadas, buscando preservar empregos. E o mais importante: a adesão ao programa tinha caráter voluntário.

No Brasil a realidade é bastante diferente da Europa: a jornada média de trabalho é de 41,4 horas semanais, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT). O índice está abaixo de muitos países que concorrem com a economia brasileira no mercado internacional: Coréia (43,4h), México (43,5h), Chile (41,7h), Argentina (41,5h), Turquia (49h), Malásia (46,9h). Além disso, 99% das empresas brasileiras são de pequeno e médio porte e respondem por 56% do emprego.

“Para as grandes empresas, que já praticam jornadas iguais ou inferiores a 40 horas, a obrigatoriedade de uma redução não trará efeito algum. Já para as pequenas e microempresas, a medida seria inviável, trazendo o risco de desemprego como aconteceu na França. Algo prejudicial às empresas, aos trabalhadores e ao País”, afirma Skaf.

Não é prudente nivelar organizações diferentes, atividades distintas e peculiaridades produtivas e trabalhistas. Seria anacrônico e autoritário, além de inoportuno, considerando que ainda estamos emergindo da grave crise mundial, uma conjuntura que exige trabalho, dedicação e foco no crescimento.

Nesse caso, o exemplo francês mostra-se mais interessante, porque, como vimos na segunda etapa (depois de constatar o erro da imposição em reduzir a jornada) estabeleceu liberdade para, de maneira voluntária, empresas e trabalhadores aderirem ao regime mais interessante para ambos, mas com estímulos tributários. O que não apenas garantiu empregos, como abriu novas oportunidades de postos de trabalho. No Brasil, a legislação já possibilita esse entendimento entre as partes, faltando apenas que se estabeleça a compensação nos impostos.

“Em vez de uma legislação impositiva em ano eleitoral, é mais moderno e eficaz que empresas e trabalhadores unam-se na meta do crescimento sustentado, do aumento da produção e das exportações e da consequente criação de empregos. O diálogo, democrático e inquestionável, estabelecerá, como já vem ocorrendo em nítido avanço, a melhor jornada para cada empresa e setor, suscitando sinergia entre capital e trabalho na conquista do desenvolvimento brasileiro. Assim, ganham todos e o País”, propõe Skaf.

Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp)

Fonte: http://www.fiesp.com.br/newsletter/notaoficial/notaoficial.htm

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Brasil tem 2ª tarifa de celular mais cara

Brasil tem 2ª tarifa de celular mais cara
Falar ao celular, no Brasil, pode dar dores de cabeça

Um estudo comparativo da consultoria Bernstein Research apontou a tarifa média de celular no Brasil como a segunda mais cara do mundo.

O estudo aponta que, no Brasil, o custo médio da ligação local por celular é de R$ 0,45 o minuto. Este valor só fica atrás do custo na África do Sul, onde os usuários pagam o equivalente a R$ 0,50 por minuto de conversação no celular.

Para efeito de comparação, o preço do minuto no Brasil é maior que o de Nigéria (R$ 0,43), Espanha (R$0,39) e Reino Unido (R$0,26). As tarifas mais econômicas são registradas na Ásia e na América do Norte. Na China, Indonésia e Estados Unidos, por exemplo, o custo do minuto de conversação é de R$0,06. O valor mais baixo registrado no estudo é de R$ 0,02, na Índia.

No caso do Brasil, o que torna caras as ligações entre celulares é o custo da tarifa de interconexão, ou seja, quando o usuário de uma operadora A fala com alguém da operadora B. Esses custos chegam a compor até 40% do valor da tarifa paga pelo usuário.

Quando o cálculo é feito entre ligações numa mesma rede (de TIM para TIM ou Vivo para Vivo, por exemplo), o custo brasileiro torna-se bem mais razoável.

Além da taxa de interconexão, outro fator que pesa contra o consumidor brasileiro é a carga tributária que incide sobre as ligações por celular. As teles devem recolher ICMS, PIS, COFINS, Fistel e Fust. Ao todo, até 42% do custo final da tarifa pode ser composto por impostos.

O valor da carga tributária varia, de Estado para Estado, conforme a alíquota de ICMS de cada Estado do Brasil.

Fonte: info.abril.com.br

Investimento publicitário na internet deve registrar recorde em 2009

Dados do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau) revelam que a internet brasileira deve fechar o ano de 2009 com aumento de 24% em investimento publicitário, em relação a 2008. O crescimento equivale à cifra de R$ 940 milhões, o maior volume de sua história. Segundo o instituto, a publicidade online deverá ser responsável por 4,2% do total investido pelo mercado publicitário no país em 2009 – há apenas três anos, essa fatia era de 1,78%.

Na comparação entre novembro de 2008, quando o mundo vivia o auge da crise financeira, e novembro de 2009, a internet cresceu 37,19%. Nesse mesmo período, o faturamento avançou 1,8% nos jornais e, nas revistas, 4,99%. No acumulado de janeiro a novembro de 2009, as empresas de internet cresceram 23,27% em relação ao mesmo período de 2008. Já a média de crescimento dos meios de comunicação em geral foi de 2,11%.

O levantamento destaca ainda que o Brasil continua sendo o país que acessa a internet por mais tempo no mundo, com 24 horas e 48 minutos por mês.

Fonte: cosmeticsonline

Dicas para esconder os fios dos aparelhos eletrônicos

Um dos desafios da decoração é camuflar cabos de equipamentos eletrônicos e de redes de dados. O ideal é prever toda essa infraestrutura no projeto de arquitetura.
Mas como fazer se a casa já está decorada? Nesta matéria, você irá conhecer soluções para resolver esse incômodo. Saiba também como diminuir a quantidade de fios em casa.
Clique nas fotos para ver mais informações:


Marcenaria

Percurso dos cabos:
Computador, TV a cabo, home theater e videogame compõem um arsenal comum a muitas casas, onde as pessoas vivem, se divertem, trabalham e se conectam com o mundo. Quem prevê seu repertório eletroeletrônico na etapa do projeto arquitetônico se livra de uma miríade de fios e cabos aparecendo aqui e acolá. O problema é disfarçar a fiação quando não se está em fase de construção ou grande reforma. “Especialmente nesse caso, vale a pena explorar recursos de marcenaria e de gesso”, diz o arquiteto Flávio Butti. “É importante que o cliente deixe claro quais os equipamentos que pretende ter e onde deseja instalá-los”, explica. O ideal é que um arquiteto, com o auxílio de um especialista em eletricidade, trace o layout do ambiente a fim de prever o caminho mais apropriado dos fios. “Tudo depende de avaliação profissional. Se há vigas e pilares, por exemplo, pode ser traçada uma rota alternativa.”

Rack

Caixa de som

Computador
Espaços aproveitados
Ambientes multiúso, como home theaters e escritórios integrados a salas de estar, merecem atenção especial para que os fios não comprometam o visual do local e os equipamentos funcionem adequadamente. “Caixas de som simétricas e a comunicação do subwoofer com o receiver são detalhes acústicos que precisam ser levados em conta”, afirma Butti. Áreas pequenas são as maiores beneficiadas de projetos orientados por um profissional. “O espaço se torna bem aproveitado”, diz a arquiteta Mariza Vanzella. “Além disso, o planejamento da área, baseado nas especificações dos equipamentos, proporciona mais conforto ao morador”, completa Mariza. Se por outro lado a ideia é disfarçar fiações, o design cada vez mais interessante dos produtos é uma vantagem. Com formas e tons arrojados, ele pode se tornar um aliado da decoração e valorizar a casa.

Painel para TV

Prateleiras
Cuidados
Vários fatores contribuem para que se possa usufruir plenamente da capacidade dos equipamentos tecnológicos de uma casa. “Um deles é utilizar cabeamentos de conexão adequados”, diz Daniel Lima, diretor da Avantime, especializada em automação residencial. Entre os erros mais comuns, o profissional destaca a falta de espaço nos móveis para a refrigeração dos aparelhos.

Produtos úteis para colocar ordem na fiação

Organizador plástico

Fitas de velcro

Fitas condutoras

Canaleta

Mu Space – conceito que te faz relaxar onde estiver

Quem viaja muito vai adorar este conceito!

Se trata de um conceito dos designers Yuan-Hao Hsu e Lin Tzu Hsuan, chamado “Mu Space”.

É uma pequena estação de relaxamento composta de “cama” e som ambiente ou musical mesmo, mas de forma portátil, facilmente guardada em uma maletinha.



Veja mais fotos AQUI

Fonte: designontherocks.com.br