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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Mimobot Flash Drives do Lanterna Verde: Hal Jordan, Sinestro, Tomar-Re e Kilowog

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A Mimoco anunciou uma nova coleção exclusiva de designer USB flash drives baseados no novo filme The Green Lantern Movie, da Warner Bros. e DC Entertainment.

A coleção The Green Lantern MIMOBOTs é formada de 4 personagens do novo filme: Hal Jordan, Sinestro, Tomar-Re e Kilowog. Cada MIMOBOT do Lanterna Verde está disponível com capacidade de 2 GB a 16 GB e vem com conteúdo exclusivo, como papel de parede para desktop, ícones, avatares e protetores de tela.

Os flash drives The Green Lantern MIMOBOTs custam de US$22,95 até US$59,95, pela versão de 16 GB, no site da Mimoco.

Novidade: Impressora 3D portátil

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Um projeto de pesquisa na Áustria conseguiu transformar a impressora 3D, usualmente uma equipamento caro e grandalhão, num aparelho portátil.

Na Universidade de Tecnologia de Viena, o protótipo criado por uma equipe interdisciplinar tem o tamanho de uma caixa de leite, pesa 1,5 kg e custa apenas 1.200 euros – valor que deve diminuir se a impressora for fabricada em escala industrial.

Fonte: PDV News

Documentário investiga preferência de meninas por tons rosa

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Um documentário da BBC ouviu cientistas, pais e um profissional ligado à indústria de brinquedos na tentativa de estabelecer por que meninas preferem a cor rosa.

Quando se trata de explicar essa preferência, especialistas não conseguem chegar a um consenso: estudos para determinar se o gosto por certas cores seria cultural ou genético apresentaram resultados contraditórios.

Porém, pais e profissionais estão preocupados com a forma como a indústria vem usando a cor rosa para manipular o comportamento das crianças, influenciando suas escolhas por alguns tipos de brinquedos em detrimento de outros.

ESTUDOS

Em 1893, um estudo com 450 mil pessoas feito em Chicago, nos Estados Unidos, concluiu que a maioria das pessoas, homens e mulheres, gosta da cor azul, e que mulheres gostam também do vermelho.

Mais recentemente, investigações feitas por Anya Hurlbert, uma neurocientista da Newcastle University, em Newcastle, no nordeste da Inglaterra, pareceram confirmar o estudo feito em Chicago.

“Existe uma tendência universal de preferência pelo azul e de rejeição de verdes amarelados”, disse Hurlbert. “Homens e mulheres reagiram positivamente a componentes azul-amarelos. Mulheres também reagiram positivamente aos vermelhos-verdes”.

Partindo desses resultados, a neurocientista vai um pouco mais além e acredita ter encontrado a explicação para a preferência feminina pelo rosa:

“Quando você combina essas duas tendências, obtém o rosa”, ela disse.

E ao tentar explicar a origem dessa afinidade, Hurlbert sugere que talvez essa preferência tenha raízes na pré-história, quando habitávamos cavernas.

“As mulheres saíam para procurar frutas, por isso desenvolveram uma maior sensibilidade para tons avermelhados”.

Outros especialistas, no entanto, discordam da teoria de Hulbert e a qualificam de simplória.

Steve Palmer, psicólogo da Stanford University, na Califórnia, Estados Unidos, fez vários estudos sobre o assunto e concluiu que as cores de que gostamos dependem das coisas de que gostamos.

“A base para nossas preferências são as interações emocionais com objetos à nossa volta”, disse Palmer.

As pesquisas de Palmer parecem confirmar resultados de estudos feitos pela psicóloga Melissa Hines, da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha.

CÍRCULO VICIOSO

Hines e sua equipe estão tentando determinar a origem da preferência das meninas pelo rosa.

O trabalho ainda está em andamento, mas resultados preliminares sugerem que a preferência não seria resultado da influência dos pais e, sim, de indústrias que vendem produtos para crianças.

Hines descreveu o processo:

“Meninas têm afinidade em relação a certos brinquedos”, disse. “Elas preferem bonecas, por exemplo, enquanto meninos preferem carros, caminhões e armas”.

“Os brinquedos com que meninos e meninas têm afinidade são oferecidos em cores diferentes”.

“Portanto, como elas gostam de brincar com aqueles brinquedos, começam a gostar daquelas cores”.

Hines explica também que, entre os três e seis anos de idade, as crianças não têm certeza de que sua identidade sexual é permanente.

“Nessa idade, elas acham que vão mudar de sexo se brincarem com os brinquedos errados, então, são bastante rígidas em relação ao tipo de brinquedo e à cor”.

Ela admite que os pais exercem algum papel nesse processo, já que são eles que compram os brinquedos.

“Os pais compram os brinquedos, mas nós achamos que são os colegas quem exerce maior pressão. A influência dos colegas nessa idade é muito grande, maior do que a dos pais”.

Segundo Hines, os pais tendem a querer o que os filhos querem: se a filha quer um brinquedo rosa, há grandes chances de que seus pais comprem o brinquedo daquela cor.

“Isto se torna um círculo vicioso”, disse Hines. “A criança quer uma coisa rosa, os pais compram a coisa rosa, a criança aprende a gostar da coisa rosa”.

MARKETING

Registros históricos mostram que, no início do século 20, rosa era cor para meninos.

Segundo o consultor da indústria de brinquedos Richard Gottlieb, a cor passou a ser considerada “feminina” nos anos 50.

Ele vê com preocupação a forma como a indústria vem usando o rosa para direcionar as meninas a certos tipos de brinquedos.

O consultor fez um estudo com 1.500 mães e suas filhas. Ele perguntou a elas com que tipo de brinquedos brincavam quando crianças.

“Percebemos que houve uma queda no número de meninas brincando com brinquedos de montar, carros, caminhões e brinquedos científicos”, disse Gottlieb. “São brinquedos que, na verdade, deveriam ser considerados neutros”.

Ou seja, as meninas estão sendo incentivadas a ficar longe dos brinquedos neutros – que ajudam a criança a desenvolver a inteligência analítica e espacial – e a cor rosa é usada para sinalizar que brinquedos elas devem escolher.

E ao que parece, o uso do rosa como instrumento de marketing já não se restringe ao público infantil.

“Há exemplos hoje de produtos tipicamente associados a adultos, que não são específicos de um sexo em particular, mas que estão sendo oferecidos na cor rosa”, disse à BBC a especialista em varejo Claire Rayner.

“Você pode comprar geladeiras, forno de micro-ondas, liquidificadores, carros e até telefones celulares na cor rosa”.

“Me parece que cores se tornaram parte integral da estratégia de venda dos comerciantes”.

A feminilidade está sendo vendida às meninas – e também às mulheres – em embalagens cor-de-rosa. Mas a cor em si não parece ser o problema.

O que preocupa psicólogos, pais e outros profissionais é o conceito de feminilidade que vem embutido no pacote.

Fonte: Marketing Infantil

A Era da atenção, o grande dilema dos profissionais de marketing e publicidade da atualidade.

A convivência entre as mídias off e online – o que muda na publicidade e no marketing com as novas tecnologias em comunicação.

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Atualmente vivemos numa época de transição da forma de pensar e fazer marketing, as estratégias vêm sofrendo alterações significativas devido ao novo cenário que a sociedade atual se encontra. A velocidade da tecnologia e o impacto dela no nosso dia a dia é cada vez mais presente, quanto mais à tecnologia se desenvolve e nos auxilia, mais rápido temos que pensar, agir, nos relacionar, trabalhar e entregar.

Com o comportamento da sociedade mais repulsivo aos atuais esforços de marketing, esses baseados em fórmulas dos meios de massa das décadas de 50 a 80 presentes até hoje, e a diversidade de novas plataformas digitais existentes, o consumo de mídia da população mudou e com isso, a forma de pensar em marketing passa por significativas mudanças de paradigmas.

A pulverização da atenção e o fim do “horário nobre” como conhecemos tem modificado todas as estratégias da maioria das marcas do país. O Horário nobre que segundo definição, “…o horário nobre não é mais uma “hora do dia”. Ele é um estado de espírito. Horário nobre é o “meu tempo”, aqueles louváveis instantes em que o consumidor pode sintonizar-se com um meio de comunicação e abrir-se ao seu conteúdo.” (JOE CAPPO, 2006) tem alterado os principais planejamentos de mídia e o dna cultural dos meios de comunicação.

Os meios que ainda se esforçam, erroneamente, em manter o modelo Broadcast estão sofrendo perda de audiência e atenção, e como conseqüência, receita publicitária, principal base de sua existência. Entretanto para aqueles que enxergam o novo consumo de mídia sustentado pelo Socialcast ganham cada vez mais atenção e investimentos de marketing.

Partindo do princípio que o marketing está diretamente ligado ao comportamento das pessoas e estas estão mudando significadamente sua forma de consumo, as agências de publicidades precisam rever seu modelo de negócio e entrega de trabalho. Alguns players do mercado já observaram a necessidade de se adequar as novas necessidades do cliente frente ao novo comportamento da população. As principais agências de publicidade já estão conscientes da importância e força da comunicação 360 graus, isto é, a presença em vários pontos de contato. Portanto, já observamos várias agências sendo atribuídas como agências de comunicação, ou seja, a centralização e unidade de toda a comunicação presente em toda a estratégia.

Entretanto, é bastante importante ressaltarmos que os novos formatos de mídia online não são a solução de todos os problemas de marketing, pois a estratégia de comunicação envolve diversos fatores de hábitos de consumo de mídia. Podemos observar que a penetração das novas mídias perde sua força, pelo menos por enquanto, de acordo com a região e a condição socioeconômica da população, principalmente quando tratamos de mídias relacionadas à tecnologia. Esse cenário faz com quê os planejamentos de marketing e de mídia necessitem de uma boa presença nos meios tradicionais. Portanto, o conturbado cenário de mudanças que vivemos hoje é reflexo da atual revolução digital e como tal, mexe de forma significativa com o modo de vida dos seres humanos e toda sua cadeia em volta.

Assim como a convivência dos seres humanos, a convivência dos meios “on e off line” precisam ser realizados de forma harmoniosa e evolutiva, assim como as principais mudanças climáticas, nós precisamos no adaptar da melhor forma, sabendo que a melhor maneira é nos unir, ou seja, apesar de não existir fórmula certa para o marketing, atualmente uma das melhores opções hoje é combinar os meios “off e on line” com uma boa estratégia do modelo socialcast, afinal a população não quer mais relação comercial e sim um simples diálogo com a marca que também “sofre” pela atual transição.

Por fim, dentre todos os contrastes que permeiam esse “novo mundo”, seja “off e on”, seja digital e tradicional, o fato é que o ser humano tem na sua essência a necessidade de interagir seja em que mundo for. Entretanto, com as inúmeras possibilidades de interação que o ambiente digital proporciona, as marcas precisam entender que a interação e a conversa precisam ser mútuas e olhos nos olhos, como uma boa relação de confiança tem que ser.

Fonte: Job a Job

Kodak lança no Brasil o primeiro porta-retratos com conexão Wi-fi do mundo

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Desde do dia 20 de maio o porta-retratos Pulse da KODAK, líder em vendas nos EUA, passará a ser vendido no Brasil, o consumidor poderá encontrar o produto com exclusividade nas mais de 1.000 PDVs da Polishop espalhadas por todo o país. Com recursos de rede social e compartilhamento, o Pulse, vencedor do prêmio Popular Editor´s Choice na CES (Consumer Eletronics Show) em reconhecimento pelo excelente desempenho no projeto de novos produtos e inovação, possui tela LED touchscreen de 7” com a tecnologia Kodak de Cores (Color Science).


Tem 512 MB de memória interna com capacidade de armazenamento de até 4.000 fotos. O porta-retratos recebe as fotos via celular, email , Facebook e Kodak Gallery, de qualquer parte do mundo, bastando apenas habilitar sua conexão Wi-Fi . Através do endereço: www.kodakpulse.com todas as funções do Pulse são habilitadas, como a criação de um e-mail para recebimento das fotos, ativação da conexão do Facebook, onde o consumidor poderá habilitar seus álbus e de seus amigos para aparecer no Pulse. Uma vez ativada esta função, toda vez que tiver uma nova marcação no Facebook com o seu nome (tag), a foto chegará no Pulse e ele avisará através de uma mensagem de texto na tela. É possível também a criação de Playlists, criação de álbuns separados por tema, o Pulse pode exibir só o tema de sua preferência.

Fonte: PDV News

Brasil pode ser dono de uma das maiores reservas de terras raras do planeta

Mas País não explora material usado em superimãs, telas de tablets, computadores e celulares, no processo de produção de gasolina e em painéis solares

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O Brasil pode ser dono de uma das maiores reservas de terras raras do planeta, mas, hoje, praticamente não explora esses recursos minerais, usados em superimãs, telas de tablets, computadores e celulares, no processo de produção de gasolina, e em painéis solares. Estimativas da agência US Geological Survey (USGS), dos Estados Unidos, apontam que as reservas brasileiras podem chegar a 3,5 bilhões de toneladas de terras raras. De olho no potencial brasileiro, a Fundação Certi, de Santa Catarina, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), de São Paulo, e Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), do Rio de Janeiro, estão se articulando para dar apoio à iniciativa privada, caso o Brasil decida explorar esses recursos minerais e entrar no mercado, hoje dominado pela China, responsável por 95% da produção e dona de 36% das reservas conhecidas. O valor do mercado mundial dos óxidos de terras raras é da ordem de US$ 5 bilhões anuais.

“Estamos nos estruturando para, caso alguém se interesse por entrar na mineração, a gente poder apoiar as iniciativas. Temos alguns projetos de pesquisa, mas começamos devagar porque se não amadurecer a mineração de terras raras no Brasil, não tem sentido a gente investir em pesquisa e desenvolvimento para exploração e produção”, afirma Fernando Landgraf, diretor de inovação do IPT. Como parte da ação das entidades acadêmicas de colocar o assunto em discussão e contribuir para o debate, Landgraf publicou um artigo no jornal Valor Econômico no dia 13 de abril, chamando a atenção para o potencial brasileiro.

Nos 3,5 bilhões de toneladas de terras raras, após os processos industriais que concentram e separam os elementos químicos que ocorrem de forma agregada nos minérios, há 52,6 milhões de toneladas de metal. Essa estimativa do USGS consta no documento “The Principal Rare Earth Elements Deposits of the United States – A Summary of Domestic Deposits and a Global Perspective (2010)” [Os principais depósitos de elementos terras rara nos EUA – Um resumo dos depósitos domésticos e uma perspectiva global]. Com base em dados do geólogo da CPRM, Miguel Martins de Souza, publicados em revista científica especializada, a USGS calculou também que a reserva de 2,9 bilhões de toneladas de terras raras na mina de Seis Lagos resultariam em 43,5 milhões de toneladas de metal contido. Em Araxá (mina explorada pela Vale) haveria o segundo maior depósito brasileiro: a estimativa dada pelo documento é de 450 milhões de toneladas de terras raras e 8,1 milhões de metal contido para essa mina.

17 elementos químicos


As terras raras são 17 elementos químicos muito parecidos, mas que diferem no número de elétrons em uma das camadas da eletrosfera do átomo. São agrupadas em uma família na tabela periódica porque ocorrem juntos na natureza e são quimicamente muito parecidos. Também têm como característica comum os nomes complicados: lantânio, neodímio, cério, praseodímio, promécio, samário, európio, gadolínio, térbio, disprósio, hólmio, érbio, túlio, itérbio, escândio e lutécio. Apesar do nome sugerir, não são tão raros como o ouro, por exemplo. Se até poucos anos atrás não compensava para o Brasil entrar no setor, por não haver condições de competição com a China, o potencial das reservas brasileiras e o aumento dos preços das terras raras no mercado internacional podem tornar o negócio economicamente viável, defende o diretor do IPT.

Preços em disparada


Os preços no mercado internacional praticamente triplicaram, segundo Landgraf. O óxido de neodímio em janeiro de 2009 custava US$ 15 o quilo; em janeiro de 2011, atingiu o valor de US$ 150 o quilo. “Na hora em que o preço sobe tanto, o que não era economicamente viável há três anos pode se tornar viável no presente. E o Brasil está na posição de ter a maior reserva de terras raras no planeta”, aponta. Algumas reservas do Brasil são bem conhecidas, particularmente as de fosfato em Poços de Caldas, Araxá e Catalão. As terras raras estão contidas nos rejeitos da mineração de fosfato. “São minas que não estão mais na fase de pesquisa mineral, mas de pesquisa de viabilidade econômica: sabemos quanto tem, mas é viável economicamente concentrar?”, explica Landgraf. As terras raras estão misturadas a outros materiais. Além de separá-los, é preciso concentrar os minérios para obter um volume significativo, semelhante ao que ocorre com o urânio, por exemplo.O aumento de preços das terras raras está diretamente relacionado ao que ocorreu no mercado chinês, explica Landgraf. A preocupação com o meio ambiente aumentou muito na China nos anos mais recentes e o governo tem pressionado as empresas a melhorarem suas práticas. Os produtores de terras raras estão sendo duramente atingidos, pois é uma atividade que causa elevado impacto ambiental na China. “Quando o governo chinês pressionou para organizar o aspecto ambiental da produção, muitas minas e pequenas empresas de processamento fecharam, diminuindo a oferta”, acrescenta.

Além dessa contração no fornecimento, o mercado chinês não para de crescer e o consumo de terras raras da China aumentou muito mais do que o consumo do resto do mundo. “A China era exportadora porque não consumia muito, mas o aumento da demanda interna faz sobrar menos terras raras para serem exportadas”, aponta. Há suspeita também de que os chineses estão adotando cotas de exportação, o que motiva outros países a comprarem mais desses minérios para estocar. No ano passado, a China deu uma amostra de seu controle sobre o fornecimento de terras raras: embargou as exportações de terras raras para o Japão, em represália pela prisão de um comandante de um barco de pesca chinês em uma área marítima disputada por ambos os países. Os japoneses tiveram problemas, já que sua indústria é sustentada em produtos de alta tecnologia que usam as terras raras.

Prioridade nos EUA


Diante desse panorama, os Estados Unidos, por exemplo, já elegeram as terras raras como recursos críticos para sua economia, igualmente baseada na produção e venda de produtos de alto conteúdo tecnológico. A empresa Molycorp Minerals, com operações na Califórnia, está investindo US$ 200 milhões para recolocar sua fábrica em operação.

Articulações no Brasil


No Brasil também se observa alguma movimentação. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, conversa com a Vale sobre a possibilidade de a mineradora entrar no negócio, algo que precisará do apoio do governo, de condições de financiamento favoráveis, melhoria no transporte e logística e de investimentos em P&D para que o empreendimento possa competir com a produção chinesa, como apontou reportagem do jornal Valor Econômico
de 11 de maio. “Cerca de 10 empresas no Brasil estão discutindo o tema [entrar na produção de terras raras]. A Vale é citada por ser a maior, mas há outras interessadas, que não se manifestam publicamente”, conta o diretor do IPT.

Outra iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) está na negociação de um acordo de cooperação técnica em inovação com a Alemanha, pelo qual a projetos pilotos de produção de superimãs, que usam terras raras, receberia apoio do Instituto Fraunhofer, conforme a citada reportagem do jornal paulista. Outra iniciativa do governo, e que ganhou pouco destaque até agora, é a da empresa CPRM Serviços Geológicos do Brasil, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME). Ela começou a executar em 2011 o projeto “Avaliação do Potencial dos Minerais Estratégicos do Brasil”, que vai identificar novas áreas em todo o território brasileiro onde pode haver ocorrência de terras raras. O projeto deve durar três anos e receber R$ 18,5 milhões em recursos, vindos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Somente em 2011 o governo planeja investir quase R$ 2,4 milhões no projeto, segundo a CPRM.

Landgraf afirma que as tecnologias para mineração e processamento de terras são dominadas. “A gente já soube fazer, no passado, e temos competência para produzir terras raras. Não há um desafio tecnológico intransponível”, prossegue. Ele recorda que o Brasil fez superimãs na década de 90. “Havia cinco grupos de pesquisa, pelo menos, fazendo superimã, isso foi meu tema no doutorado. Chegamos a ter uma empresa produzindo superimãs; ela quebrou em 1994”, comenta. Para o diretor do IPT, o problema é econômico. “A questão é saber se alguém tem cacife para montar uma empresa no Brasil, ou se podemos fazer um conjunto de empresas entrar no ramo, e enfrentar um possível dumping chinês”, analisa.

Do ponto de vista da pesquisa e do desenvolvimento, Landgraf explica que seria preciso estudar a produção em escala industrial. “A gente fez coisas em escala laboratorial, não em escala comercial. Então, se houver decisão empresarial e do governo e o País entrar nesse setor, o próximo desafio é fazer a escala piloto dos processos para chegar à escala industrial”, diz. Ele acrescenta que hoje o Brasil tem instrumento para financiar as plantas industriais previstas em projetos de P&D que operem em escala piloto, como é o caso do Funtec, programa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Landgraf defende que o Brasil não seja um mero exportador de minerais, mas que desenvolva toda a cadeia de produção. Começa com a mineração e concentração das terras raras, etapas de menor valor na cadeia. A seguir passa pela indústria química, responsável por fazer a etapa de separação. “Não existe imã de terras raras, existe imã de neodímio. As terras raras são quimicamente parecidas, então precisa separar uma da outra”, explica. “A tecnologia necessária é relativamente sofisticada, mas sabemos fazer em universidades, institutos de pesquisa”, prossegue. Ele comenta que, no passado, havia grupos de pesquisa na USP, no Cetem, e em outros centros que faziam, em laboratório, a separação, mas tudo se desarticulou nos anos 1990, quando a China começou a praticar preços baixos no mercado internacional. “São Paulo tem tradição nisso, tínhamos a empresa Orquima, que depois foi adquirida pela Nuclebras e passou a se chamar Nuclemon, posteriormente incorporada pela Indústrias Nucleares do Brasil (INB)”, recorda.

O mercado para venda de terras raras é crescente. Hoje, o mundo consome 150 mil toneladas por ano de terras raras, de acordo com o diretor do IPT. O neodímio, elemento químico mais usado dentro desse grupo, está presente nos superimãs. Estes, por sua vez, são cada vez mais usados em motores que precisam ter dimensões pequenas, como os que regulam bancos e espelhos em automóveis mais luxuosos. “São imãs que permitem miniaturizar os motores. Esse mercado vai crescer muito”, aponta Landgraf. O gerador de energia eólica pode ser feito com os superimãs, outro nicho de aplicação que se expande com a necessidade de fontes renováveis de energia.

O lantânio é usado para fabricar gasolina. Numa das etapas de produção do combustível na refinaria, os gases passam por cima de um catalisador de óxido de lantânio, que promove a junção das moléculas que formam a gasolina. “O Brasil consome 1.000 toneladas por ano de lantânio. Não é um grande mercado, mas se não tivermos lantânio, não fabricamos gasolina. Somos dependentes da China”, destaca. Os outros 12 elementos que formam o grupo terras raras são usados em menor quantidade em várias aplicações. O óxido de cério, por exemplo, é usado para polir lentes de óculos.

Nos leds brancos, que estão substituindo lâmpadas fluorescentes porque consomem menos energia, também se usa óxidos de terras raras. “O laser é verde, azul ou vermelho. Para obter a luz branca, o laser bate numa camada fluorescente branca e quem gera essa luz branca é uma mistura de óxidos de terras raras aplicada aos leds”, explica. “Se o mercado de leds for crescer como indicam as projeções, será preciso muita terra rara”, afirma.

Fonte: Inovação Unicamp

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Kit Dry-All Promete Secar Gadgets Afogados!

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O kit Dry-All pode salvar a vida do seu gadget portátil depois de um banho indesejado!

O Dry-All Wet Emergency Kit promete secar gadgets que se molharam ou submergiram em líquidos, usando desumidificadores de alta ação com tecnologia proprietária “Blue Bead”. Segundo o fabricante o sistema é capaz de retirar 100% da umidade dos gadgets.

São três modelos diferentes do Dry-All Wet Emergency Kit: o “Cellular Phone Kit” leva 24-48 horas para secar o gadget, pode ser usado apenas uma vez e custa US$17; o “Smartphone Kit” pode ser usado até 5 vezes, seca em apenas 6 horas e custa US$46; O “Tablet Kit” também leva de 24 a 48 horas para secar um tablet e custa US$35.

Os três kits estão a venda na Buy.com. Clique abaixo para assistir a um comercial com o kit em ação.

CARREFOUR PODE SE UNIR AO PÃO DE AÇÚCAR NO BRASIL

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O Journal du Dimanche, da França, divulgou neste domingo que o Carrefour estaria estudando uma fusão com o Grupo Pão de Açúcar no Brasil. Segundo a publicação, o Carrefour, maior varejista da Europa, tinha dado mandato para o banco de investimento Lazard estudar uma transação que poderia envolver a família controladora do Pão de Açúcar assumindo uma participação no Carrefour. "Abílio Diniz poderia assumir um assento no Carrefour, que está enfrentando dificuldades", publicou o jornal.

Casino Pode se Opor

Vale lembrar que o varejista, também francês, Casino detém 35% do Grupo Pão de Açúcar, além de ser o principal concorrente do Carrefour em seu país de origem. Mesmo assim, de acordo com o Dimanche, o Carrefour já teria dado mandato para o banco de investimento Lazard estudar uma transação que poderia envolver a família controladora do Pão de Açúcar assumindo uma participação no Carrefour.

Especulação Antiga

Desde 2009, informações sobre uma possível saída do Carrefour do país ganharam muita força no mercado. Segundo informações, acionistas estariam durante todo este período fazendo uma grande pressão para que o Grupo deixe países emergentes, principalmente Brasil e China, por acreditarem que o desempenho da companhia nestes territórios não é tão satisfatório.

Fonte: Giro News